22.6.18

Amamentação e fórmula


Quando estava grávida preparei tudo para amamentar. Não me faltavam soutiens de amamentação, cremes para os mamilos e outros produtos mil vezes recomendados por outras mães. Já na sala de partos, momentos antes de a Carminho nascer, perguntaram-me se gostaria de colonizar a pele dela encostando-a ao meu corpo e oferecer as maminhas. Claro que queria, nem tive dúvidas!

E assim foi, depois de nascer a Carminho esteve despida sobre o meu corpo e até me mostraram como ela tão bebé, acabada de nascer, quando pousada sobre o meu corpo deslocava-se em direcção às maminhas. Arrastava-se sobre mim, num gatinhar rastejante em direcção à minha mama. Completamente inato.



Dessas primeiras horas resultou esta fotografia, mas infelizmente a amamentação não correu como gostaria, para mim não foi fácil e a Carminho, que nas primeiras horas parecia treinada, perdeu o jeito. Mastigava o mamilo e nada de sucção.

Não há dúvidas que o leite materno é o melhor alimento para os bebés, foi a minha primeira opção, mas não resultando também não havia lugar a dramas. Para mim dar biberão foi uma experiência maravilhosa e muito sentida, tanto que costumo contar que sentia o útero contrair. E foi também embevecida que vi o pai alimentar a Carminho. Funcionou maravilhosamente para mim, para ela e também funcionou como família. Receber uma visita dos avós para dar o lanche à neta foi um ritual dos primeiros meses feito com muito amor.

Entretanto chegaram as papas, as sopas, as frutas, sempre acompanhadas pelo NAN Optipro 2 e depois o NAN Optipro 3.

A Carminho sempre se adaptou bem a esta fórmula, nunca sofreu de cólicas e sempre deu noites de fazer inveja a muitos pais. Escolher um leite infantil foi fácil, no nosso caso, escolhemos a marca NAN apoiados pelo pediatra, com uma qualidade proteica muito próxima do leite materno, com todos os nutrientes necessários a esta etapa de crescimento e da Nestlé, que é marca de confiança, empenhada na investigação do melhor para os nossos bebés.


#NANOptipro4  #Nestlé

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20.6.18

Sopa de espinafres




400 gr. de espinafres congelados ou um pacote de espinafres frescos
3 courgettes 
2 nabos 
2 cebolas 
3 cenouras 

Descascar os legumes, cortar em cubos, lavar, colocar tudo na panela, cobrir com água (eu deito água já a ferver do fervedor eléctrico) e deixar cozer cerca de 15 minutos a partir do momento em que começa a borbulhar.

Desligar o lume, deixar repousar mais 15 minutos com a tampa fechada, bater com a varinha mágica (em turbo para ficar bem cremosa), sal a gosto e na hora de servir, quem gostar, um toque de natas (eu adoro!).


E aproveito o post para uma recomendação que fez diferença em minha casa.

#nãoépublicidade , eu sei que pode parecer um post publicitário, mas não é.

No inverno a Tefal enviou-me umas caixas de conservação Masterseal com tampas que se fechavam em quatro nas laterais. Calhou receber o press kit numa altura em que não parava de pensar na mudança de todas as caixas de conservação da cozinha.

Naquela altura a grande questão para mim estava na sopa. Em minha casa fazem-se litradas de sopa, tinha uma caixa com capacidade para 5L de sopa, mas sentia que perto do fim ficava com o sabor plástico da caixa. Era evidentemente que o sabor da sopa estava alterado. Além disso, via que a caixa ficava tingida pela cores dos legumes, portanto, tinha de ser porosa. Não é segredo: ter caixas de conservação de fraca qualidade é um erro para a saúde, para a conservação dos alimentos e até para o sabor. Estou farta de ler sobre isso, eu sei. Mas é daquelas coisas que uma pessoa deixa andar e eu deixei andar durante anos e anos.

Aquele press kit foi o mote: procurei informação, existem mil tamanhos das Masterseal, são compatíveis com o micro-ondas até 110ºC, com o frigorífico e congelador até -40ºC, prometiam não absorver odores, prolongar o estado dos alimentos e agora, com experiência pessoal, posso mesmo garantir que é verdade. Juro que depois de experimentar recomendo a qualquer alminha.

Nunca mais os alimentos me souberam ao plástico daquela caixa, o material não fica tingido, tenho a certeza que a comida se aguenta mais tempo no frigorífico e têm servido muitos almoços na rua sem derrames na minha mala.

A Tefal tem tampas azuis para as caixas do plástico especial da marca e as caixas/travessas de vidro têm tampas encarnadas. E os modelos grandes de vidro fazem de travessa, é uma maravilha, cozinha-se um gratinado, arrefece na bancada da cozinha e é só colocar a tampa, não temos de usar película aderente para tapar nem transportar o conteúdo da travessa para outras caixas.

Recomendo mesmo, mesmo! Outra vez: eu sei que pode parecer um post publicitário, mas não é. Quem tem destas caixas da Tefal sabe que estou a dizer é verdade e não me deixa mentir. Sintam-se livres de comentar e confirmar para outras leitoras, gosto sempre de dar boas recomendações.




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© A Maçã de Eva

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