20.2.18

Melhorar a vida



A imagem fala de 10 maneiras de ser feliz. Não ia tão longe, estas dicas não serão a chave para a felicidade, mas garanto que são uma forma de melhorar a vida.

1. Meditar, nunca o fiz, não sei fazer, não sinto necessidade ou curiosidade. Mas pensar sobre as coisas e dialogar sobre elas é crescer e encontrar paz. Recomendo psicanálise para quem nunca fez (fiz durante cerca de dois anos em registo semanal há muitos anos) e depois a auto-análise, para quem já tem ferramentas.

2. Sorrir, sempre! Na verdade nem sempre foi o meu forte, mas aprendi. Tive um director no meu estágio, o Pedro (que hoje é um amigo) que me ensinou o seguinte: "sorri, ouve-se na voz". Isto era para falar ao telefone, ele não sabe mas ficou para todo o sempre, sorrio mil vezes ao telefone. E ao vivo faz maravilhas quando precisamos de pedir coisas, como informações.

3. Dormir. Ai, se me deixassem dormir tudo o que eu quero! Eu sou uma pessoa com muita necessidade de dormir e parece-me que a Carmencita é igual. Mas sim, eu durmo bem a maior parte das noites, não posso chorar sobre isso.

4. Mostrar gratidão, sempre! Acho que tenho uma boa vida, acho que o trabalho e a sorte me sorriram e a minha forma de agradecer ao universo (ou seja lá o que for) é dar aos outros, na forma de dinheiro, trabalho, tempo, dar algo que melhore a vida dos outros de alguma maneira.

5. Ajudar os outros. Não ajudo duas horas por semana, mas dou o meu melhor.

6. Praticar exercício físico. Aqui a porca torce o rabo. Tenho sido muito do género de pagar a mensalidade de ginásio sem lá meter os pés. É sempre na semana seguinte, mas cansei de me sentir gorda e recomecei a semana passada. Junto com uma alimentação cuidada já perdi 1Kg, é para continuar! Sim, o ginásio faz maravilhas, à cabeça e ao corpo, a gestão de trabalho é que tem sido caótica, mas estou a organizar-me e a mudar as coisas. Vêm aí mudanças!

7. Sair à rua. Não penso muito nisso, não enlouqueço se ficar um dia todo em casa, mas passear é bom, claro que sim.

8. Viver perto do trabalho. Esta é garantida! Uma das coisas que me fez abandonar a carreira: eu já não aguentava entrar no carro de manhã, trânsito, pára-arranca, regressar a casa, trânsito, pára-arranca. Estava a dar comigo em doida, a consumir-me a energia, eu nem tenho palavras para descrever o quanto isto me afectava. Mudei tudo e aluguei um escritório perto de casa. São cinco minutos de carro. Maravilhoso. Mas há dias em que nem saio de casa, trabalho no escritório de casa de onde vos escrevo. Perfeito.

9. Tempo com a família e os amigos. Ultimamente tem sido mais com família do que com amigos. Os efeitos de um bebé!

10. Planear viagens. Sempre que possível! Segui a viagem da Maria Guedes Stylista ao Japão, já tinha curiosidade, mas fiquei cheia de ganas. Ando atrás do homem para irmos ao Japão no ano que vem, pelo nosso 10º aniversário. Bem podemos poupar, acho que e caro, mas caro! 

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À procura do casaco azul



No dia em que a Melania saiu à rua em azul bebé (aqui) olhei para o azul claro como não tinha olhado antes. Sou uma verdadeira fã de tons pastel em cor-de-rosas, azuis, amarelos, menta, you name it.

E estou feita louca em busca de um sobretudo azul claro. Mas onde? Os da imagem são preços milionários ou chinesices cujos materiais e cortes não são de fiar. Não arrisco a encomenda.

Se avistarem algum casaco do género a preços aceitáveis, os xuxus façam o favor de me fazer feliz.





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19.2.18

I love style #21


Vestido Jesus Peiro 8026, daqui.

Nunca quis casar, não acredito que algum dia vá casar, não gostaria de dar um casamento, 
mas adoro casamentos e babo por vestidos de noiva.

Há dias estive no Porto e jantei ao lado da Jesus Peiro. Espreitei o site e perdi-me de amores por este vestido. 
É tão a minha cara! Um dia havia de experimentar um vestido de noiva.


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Sapatos para os primeiros passos. Foi uma dificuldade!


A Carmencita ainda nem era um projecto e tendo eu uma marca de sapatos, as leitoras do blogue escreveram muitas vezes comentários sobre a necessidade de sapatos de criança, procurando convencer-me a entrar nesse ramo de negócio. Foram comentários que fui lendo, mas nunca esteve (nem está) no meu horizonte ir por aí. 

Fiquei grávida, a Carmencita nasceu e aumentaram os comentários para fazer sapatos de criança. Ler os "não há" a que tinha dado pouca importância ganhou nova dimensão. Agora era uma nova necessidade e depois de estudar o mercado, efectivamente não há muito pouco por onde escolher: ou são feios ou são pavorosos. Juro que não compreendo as marcas de sapatos de criança, qual a hesitação de optar por um design simples e funcional? Brilhantes, purpurinas, unicórnios em arco-íris e marcas chapadas em letras evidentes? Dói-me no bom gosto.

Existem por aí alguns sapatos giros mas que não me convencem. Não vale a pena mentir, olho para mil sapatos de bebé/criança com olhos de profissional. Sofríveis, alguns com solas duras como cornos, tinha de atirar aquilo aos dedos do fabricante e perguntar "gostas?". Vi sapatos giros, mas com interiores maus, seria incapaz de calçar a minha filha assim. Há merceditas giras e feijões engraçados nesses sites espanhóis, mas alguns até são de pano e têm suporte zero.

Sei que não trago novidade nenhuma, às vezes o preço custa, mas a qualidade dos sapatos é fundamental quando o bebé começa a gatinhar. Logo a seguir começa a tentar ficar de pé e a dar os primeiros passos agarrando-se a tudo. 

A minha filha nunca usou sapatos enquanto muito bebé, usava meias/collants. Teve mil botinhas de lã e uns sapatinhos desses que nem têm sola, mas quase não usei, acabam por sair dos pés e como a maior parte da roupa dela é emprestada das primas, não quis perder as coisas e deixei na gaveta. Nunca lhe fez falta, mas assim que começou a deslocar-se tínhamos de comprar sapatos. 

Pode parecer parvo, mas uns bons sapatos podem determinar quão depressa se desenvolve no gatinhar/andar. Os sapatos têm de ser flexíveis q.b. para representarem uma ajuda e não um empecilho, têm de ter um calcanhar que ofereça suporte ao equilíbrio de uns tornozelos de papel, têm de ter uma palmilha confortável (até nós adultos damos preferência a palmilhas moles) e, de extrema importância, sola de borracha. É também fundamental que sejam em pele, os sintéticos muitas vezes fazem feridas, não absorvem a transpiração e sendo em pele duram muito mais.

Ninguém me está a pagar para isto (a eterna desconfiança dos blogues), os sapatos que escolhi são capazes de combinar as necessidades dos primeiros passos com o facto de serem giros, tanto que eu tenho a certeza que a minha filha vai usar este modelo por alguns anos. Isto vai ser um "deixa de servir, compra outros iguais". 

O modelo chama-se Gioppa, é da Chicco, custam 50€, eu escolhi a cor taupe, mas existe em azul escuro. Os azuis escuros não são feios, mas faz-me confusão ver os pés dela muito escuros, o taupe dá com tudo. São os únicos sapatos que tem, usa todos os dias e estão impecáveis. Vi em sites espanhóis outras cores, há uns cor-de-rosa pastel, mas nunca os vi nas lojas portuguesas. Por motivos que desconheço, nem encontro o modelo na página portuguesa da marca, mas nas lojas é fácil de encontrar.

Para quem tem filhas e desespera em busca de sapatos (I feel you!), eu garanto que não se arrependem com este modelo. E aprendam comigo: na hora de comprar, ao experimentar o sapato e com a criança de pé (não experimentem os sapatos quando sentados) o nosso dedo mindinho tem de caber no calcanhar sem ficar muito apertado. 

E umas pantufas dentro do género? Tem sido um filme. Tantas vezes lhe calço estes sapatos por cima do babygrow para não andar pela casa a escorregar. De facto, não é fácil comprar sapatos para as crias.









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13.2.18

Pink, pink, pink!

Ah, se eu recebesse 1€ por cada mensagem em que me perguntam de onde é o meu casaco cor-de-rosa, isso é que era! É da ZARA, antigo. Tão antigo que não sei precisar, mas tem mais de 5 anos de certeza.

Até a minha mãe me pergunta de vez em quando: "quando me dás esse casaco?".

Não se entristeçam, nas últimas semanas tenho avistado mil casacos do género dentro desta cor.
Ficam algumas sugestões que encontrei online, mas há muito mais do que isto nas lojas.


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6.2.18

I love style #20



Assim que vi este casaco da ZARA, perdi-me de amores.
Queria, queria, queria! Ia dar-me imenso jeito.

Veio o aniversário, um envelope do padrinho e eu pensei "é para o casaco!".
Entrei na ZARA, fui-me a ele cheia de determinação na loja, estava mais que escolhido, experimentei e... vontade e chorar! O casaco pica como se tivesse arame farpado no pescoço.

Nãaaaaao!

Há alguma maneira de me desfazer desse problema?
Conhecem algum outro casaco dentro do género, leve, sem forro e sem lã na composição?

Eu podia ser uma fashion victim e comprar na mesma, mas a minha mãe já me deu memórias que cheguem na infância com camisolas "picantes". Ali ficava eu, estática, de braços e dedos hirtos, caninos à vista, parecendo uma árvore parada no tempo sem brisa que me fizesse mexer. Mas era uma árvore que reclamava! Tudo para o ar e para ouvir de resposta "já passa!". 

Nunca vou dar camisolas "picantes" à minha filha. Eu sei o que sofri.

Para quem quiser um casaco "picante", aqui está ele.




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5.2.18

I love home style #25




Está fácil de perceber que todos os candeeiros em ananás giros, vivem fora do país!
Estão quase todos concentrados nos EUA, pelo que já pondero viajar.

O candeeiro transparente até parece que me morde os dedos.
Queria tanto! 

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Novo endereço!



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10.1.18

I love home style #24



Estou obcecada, quero candeeiros-ananás para a minha nova sala.
Podia ser já o primeiro.

Mas onde, xuxus?


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5.1.18

Publicidade em blogues: o horror - parte I


Ando há que tempos a pensar num texto sobre a publicidade em blogues, quer do ponto de vista dos leitores, quer das marcas. Não é um texto fácil.

Comecei a pensar nisto depois de receber contactos de marcas que propõem negócios de exploração e depois de ler comentários absolutamente histéricos, acusando-me de publicidade encapotada quando para essa divulgação um valor saiu da minha conta, não entrou nada (os autores dos blogues também gastam dinheiro).

Muitas vezes me perguntei: algumas marcas internacionais têm departamentos absolutamente incompetentes ou querem ser exploradoras? Vejo um triângulo: de um lado há marcas que não compreendem que não seja aceite fazer publicidade por um champô (por exemplo) de 3€ em troca de 20 mil visualizações, de outro lado existem pessoas que não acreditam numa divulgação honesta (a troco de nada, apenas existindo porque é real) e ainda temos a publicidade assinalada.

Sobre publicidade encapotada, tenham dó, não há paciência, acho que todos percebemos quando um texto é publicitário ou não.

Quanto a mim, sou péssima comercial. A publicidade no meu blogue não é um forte, encontra-se mais ou menos quantas vezes se vêem oásis nos desertos, geralmente são miragens, e isto acontece por vários motivos: sou extremamente selectiva, só aceito parcerias nas quais já era cliente antes do contacto ou quando por força de um contacto descubro algo novo que me faz sentir que quero ser cliente. Sou também impaciente, não tenho tempo nem energia para perder em reuniões e conversas e negociações e salamaleques e eventos. Simplesmente não é o meu género, assumo: sou bicho do mato.

Mas - e é um grande "mas" - eu não vivo do blogue, não é uma fonte directa de rendimento. Por outro lado, não vamos embandeirar em arco, acho que a página merecia algum (note-se "algum") retorno, é uma coisa que pretendo investir e trabalhar em 2018 com o objectivo de poder investir em fotografia.

Sobre esta coisa da publicidade em blogues, ontem aconteceu-me cruzar com este post d'O Arrumadinho. Trata sobre mudanças de vida, virar a estabilidade profissional do avesso para ir atrás de desafios, de largar o certo pelo incerto e como eu já fiz isso tudo, interessou-me. Nos últimos parágrafos estava incluída uma publicidade a um equipamento de informática.

Não acho - mesmo - que alguém possa dizer que leu ali publicidade encapotada, até porque está assinalada. Acho que a intenção passou por juntar a história profissional recente à experiência pessoal de um equipamento entregue para explorar a sua potencialidade. E, surpreendam-se, por vezes as marcas oferecem coisas de que gostamos mesmo.

Mas na minha leitura, chegando ao nome da marca, pensei logo: as pessoas vão passar-se. Li alguns comentários e não me enganei.  Mas intriga-me tanto! Nunca, em lado algum se vê esta revolta com publicidade como se vê nos blogues.

Os comentários falam de desilusão, de virar costas, de nojo, só faltou ler quem chamasse o autor de estúpido ou de aldrabão. Outros não se focam nisso. Existem duas facções: "os zangados" que têm de se manifestar e os "quero lá saber" que não se concentram nisso (o grupo de qual faço parte) e até conseguem comentar sem ser sobre a publicidade.  

Para escrever o tal texto que tenho vindo a trabalhar na cabeça, falta-me compreender "os zangados".

Se pensarmos no dia-a-dia de todos nós numa grande cidade:

1. Publicidade na TV? Anúncios entre programas? Vemos todos os dias.
2. Publicidade nas revistas? Página sim, página não.
3. Publicidade na rádio? Ouvimos todos os que andarmos de carro.
4. Publicidades nas ruas em outdoors? Passamos por elas todos os dias.
5. Publicidade nos transportes públicos? Check.

Mas publicidade em blogues, para os quais os autores trabalham e fazem deles as suas fontes de rendimento, isso é que não pode ser! A publicidade em blogues gera sempre este tipo de reacções esquisitas, estes excessos, mas não há ninguém a reclamar com uma revista, um canal de TV ou uma estação de rádio.

Novidades para a vida real:

Sem anúncios de TV esses canais não existiriam (ou para existir seriam pagos, como existem os canais de séries).
Sem publicidade não existiriam revistas.
Sem publicidade não existiriam canais de rádio.
Sem publicidade, deveriam existir blogues? É expectável que um autor se dedique anos a fio a uma página sem retorno financeiro? Ou preferiam pagar uma mensalidade e não se cruzar com publicidade?

Alguém consegue avançar uma teoria? Dou um rim por uma explicação.

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© A Maçã de Eva

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