19.2.19

As minhas cirurgias plásticas - Perguntas & Respostas I


Em Março de 2018 fiz uma série de cirurgias plásticas de uma assentada, sendo as maiores uma redução mamária e uma rinoplastia. Desde então fui partilhando todo o processo desde as consultas, à cirurgia, aos dias que se seguiram e os resultados. Durante todo esse processo enviaram-me mil questões que reuni e tenho gosto em esclarecer.

Sobre a experiência de cirurgia e os dias seguintes, escrevi uma espécie de diário de bordo. Podem ler o texto aqui e algumas considerações aqui. Sobre preços (que é uma pergunta sempre muito colocada), recomendo a leitura deste post.


Que médico escolheste e onde?
Escolhi o Dr. João Bastos Martins e fiz a cirurgia na Clínica da Beloura. O Instagram do cirurgião que publica imensos casos interessantes está aqui e o site está aqui.

O que te levou, entre tantos outros, a escolher o cirurgião em questão?
A resposta está aqui, mas em breves palavras vi as maminhas de duas familiares minhas (de uma equipa de cirurgia da qual o médico fazia parte). Basicamente quis ter maminhas iguais àquelas!

Ponderas fazer mais cirurgias?
Sim, coloco a possibilidade, mas não tenho uma lista de objectivos e nem penso nisso todos os dias. Primeiro porque custa dinheiro, depois porque por menos doloroso que tenha sido, há sempre um tempo de recuperação e é preciso arranjar tempo para isso.

Se com a idade ficar com pálpebras caídas ou papos nos olhos, não penso duas vezes. Não quero parecer uma boneca de porcelana e não tenho medo de envelhecer, mas pegando no exemplo das pálpebras, acho que até passa por uma questão de qualidade de vida. Pegando noutro tipo de exemplo, se existisse uma cirurgia para remover as manchas do rosto, era já!

Quanto tempo teve de cirurgia e de internamento?
Entrei na Clínica da Beloura pelas 14h30, entrei em bloco operatório cerca de uma hora depois, e os quatro procedimentos que fiz levaram cerca de cinco horas (redução mamária, rinoplastia, retoque na papada e fechar o piercing do umbigo). Saí no dia seguinte pelas 16h.

Cuidado pós operatórios?
Os que já se imaginam: não fazer esforços físicos, fazer refeições moderadas e mornas, dormir de barriga para cima, mudança de pensos e desinfectar cicatrizes, tomar alguns antibióticos e comprimidos para as dores (não tomei estes porque não tive dores), etc. Não é nada de especial e quando vamos para casa entregam um documento com todos os cuidados, indicando o que é expectável acontecer nesses dias, o que fazer, contactos do médico e da clínica, caso necessário, etc. Não fica a faltar nada.

Tenho medo. Onde vai arranjar tanta coragem?
Nem coragem, nem medo. Nem nervosismo, sequer. As pessoas que têm medo imagino que tenham medo de morrer, mas isso é muito alimentado por histórias tenebrosas de cirurgias com médicos duvidosos e em condições esquisitas. Num centro clínico normal, com uma equipa de médicos competentes não existe um risco semelhante ao de uma cirurgia num vão-de-escada em Tijuana. Aliás, para se ter a certeza que o paciente está apto para cirurgia é que se fazem tantos exames e análises antes da cirurgia. De todos os casos de morte que vão aparecendo na comunicação social, são sempre casos que já se adivinhavam situações de risco.

Tiveste medo da despersonalização, de não pareceres tu?
Nunca. Nas consultas, antes de tomarmos qualquer decisão de cirurgia, o médico pode tirar fotos e enviar-nos uma simulação aproximada do resultado final. Só fiz isto para o nariz e o resultado foi completamente ao encontro das expectativas. As maminhas já imaginava por comparação às minhas familiares.

Queria muito fazer, mas não tenho coragem. Queria um resultado muito natural e tinha pavor de ficar um Mickael Jackson.
Isso não funciona assim, este comentário está carregado de uma ideia pré-concebida que nada tem a ver com a realidade das cirurgias plásticas. O Michael Jackson não ficou com o nariz que tinha por acidente, foi porque ele procurou aquele resultado final. Ele fez uma série de rinoplastias! Se procurar no Google, encontra fotos dele alinhadas por anos e é possível ver-se a diferença de umas para as outras, calculando-se cerca de seis rinoplastias, pelo menos.

E a Carmenzita, que reacção teve?
Fez uma cara de curiosidade e estranheza quando cheguei a casa. Queria mexer na tala do nariz, mas ao fim de umas horas já não fazia caso.

Existem diferenças se fizer pelo público ou pelo privado?
Sim e não. Fazer uma cirurgia plástica pelo serviço público não é sinónimo de um mau serviço, no entanto será sempre uma cirurgia funcional, não puramente estética. Por exemplo, na minha redução mamária, o médico lipoaspirou a lateral das mamas (por baixo das axilas) para ficar mais bonito e atraente. No público não fariam uma redução de talhante, mas pode acontecer não haver este cuidado de pormenor. De qualquer forma, o Dr. João Bastos Martins também trabalha no público.

Por que motivo tem necessidade de partilhar fotos? E de falar nas intervenções que está a fazer? 
Não tenho necessidade, tenho gosto em ajudar as pessoas com informação. Desde sempre quis fazer uma rinoplastia, tinha o nariz feio e torto. Encontra-se registo dessa minha vontade desde o início do blogue. E desde há muito que também queria fazer uma redução mamária. Tinha maminhas grandes, desconfortáveis, que me incomodavam no dia-a-dia. Sempre as escondi, nunca publicava imagens onde se pudesse perceber o meu peito e a foto que publiquei em bikini na altura da cirurgia terá sido uma surpresa para muita gente (no sentido de tamanho inesperado). Com a redução pareço mais magra, uso outras roupas, arrisco decotes, vou aparecer diferente, ter atitude diferente até. As pessoas vão perceber/notar e eu vou mentir para ninguém saber? Em nome do quê? Não faz sentido nenhum.

Faço-lhe a si a pergunta: se eu posso ajudar, por que não divulgar e contar a minha experiência? Eu estranho as mulheres que não contam para se ajudarem umas às outras. Encontrar um bom cirurgião plástico pode ajudar muita gente. Tenho a certeza absoluta que o meu relato ajudou mulheres a tomar uma decisão ou a pensar numa cirurgia de correcção que nunca consideraram possível.

Nas maminhas, a cicatriz é em T invertido?
Em alguns casos pode ser necessário, mas no meu caso foi apenas uma linha de alto a baixo e em volta do mamilo. Com o tempo fica da cor da pele.

Puseram-te drenos?
Sim. E retirar não custou nada.

Tinha que copa e reduziu para qual?
É difícil responder a esta pergunta porque os tamanhos variam com as marcas. Em termos gerais passei de uma copa D ou DD para um B cheio ou C. Tudo o que é preciso! Tenho comprado soutiens 34C ou 36B, depende das marcas. Nota: o tamanho numérico corresponde ao tamanho das costas e a letra à copa.

Qual o soutien indicado para os primeiros tempos?
O Dr. João Bastos Martins indicou uns soutiens da Triumph, mas como as minhas familiares já tinham passado pelo processo, o tamanho pretendido era o mesmo e os soutiens também (embora modelos descontinuados), usei os delas que tinham guardado.

Teve que reposicionar o mamilo?
Não tenho a certeza se percebo esta questão. Se tive de tirar o mamilo, tipo tampinha? Não e isso só se faz em casos extremos. No meu caso o corte foi feito em volta do mamilo e reduziu o diâmetro em 2 ou 3mm para ser proporcional ao novo tamanho da mama. Com o tempo a linha de corte fica da cor da pele e não se vê.

O médico falou numa eventual perda de sensibilidade do mamilo?
Perguntei e é muito raro acontecer, sobretudo em casos em que o mamilo não é retirado. No entanto, não é assim tão raro acontecer temporariamente. Fiquei sem sensibilidade no mamilo esquerdo, o direito estava igual. Ao fim de uns meses o mamilo regressou à mesma sensibilidade, estão ambos iguais ao que eram. Nem lhes noto diferença de tamanho porque a nova dimensão foi adequada ao resto da mama e eu já tinha mamilos para o pequeno.

Para reduzir as maminhas, tiveste de emagrecer?
Algumas mulheres têm de emagrecer para fazer uma redução mamária, mas isto respeita apenas a casos de obesidade. Eu tenho um Índice de Massa Corporal normal.

Podes conduzir?
Sim, uma semana depois da cirurgia comecei a conduzir. Estava cheia de vontade! Sentia que podia perfeitamente ter conduzido antes, mas a recomendação não tem a ver com capacidade de conduzir, mas com os movimentos que são de evitar se queremos uma cicatrização bonita.

Durante quanto tempo são de evitar as relações sexuais?
Bom, eu vou jurar que depois de uma cirurgia com anestesia geral, maminhas cheias de pontos e o nariz quase engessado, relações sexuais estão de fora da lista das coisas que uma mulher tem vontade de fazer, ainda que não tenha dores (como foi o meu caso). Não me foi dada nenhuma ordem de abstinência, mas acho que é uma questão de lógica e bom senso: da mesma forma que recebi indicação para não carregar sacos com peso, andar com a criança ao colo ou conduzir por causa dos movimentos, o mesmo deve aplicar-se às relações sexuais. Acho que tudo depende de quão hard core pode ser a actividade. O problema não está no sexo em si, mas nos movimentos.

Essas cirurgias são feitas com que anestesia? Geral? Sedação? Outra?
As cirurgias de redução mamária e rinoplastia são feitas com anestesia geral, mas podem existir procedimentos menos invasivos que se fazem com anestesia local ou sedação.

No nariz, fizeram tamponamento?
Sim. E no blogue algumas leitoras referiram horrores para retirar os tampões. A mim retirar o tampão não me provocou qualquer dor. Pelo contrário, fez-me comichão.

Quando conseguiste respirar sem obstruções?
Assim que retirei os tampões.

Quando tempo demoraram a desaparecer as nódoas negras nos olhos?
Não tive muitas nódoas negras e rapidamente mudaram de roxo para amarelo, mas em cerca de uma semana já não tinha marcas. Foi muito mais rápido do que pensei.

O duplo queixo/papada é um procedimento simples?
É, mas não recomendo a fazer com anestesia local para quem é medrosa.

Porque fizeste retoque na papada?
Porque apesar de estar bem, com o tempo achei que podia ficar ainda mais seco de gordura. Não faria qualquer intervenção se não tivesse estas cirurgias marcadas, mas assim aproveitei o bloco e a anestesia, foi só mesmo para um retoque.

"Não tenho nada contra a cirurgia plástica e se isso faz com que as pessoas se sintam melhor e mais bonitas, então força aí. Mas vemos tantos e tantos casos de pessoas que começam com cirurgias simples, pequenos retoques, e de repente começam a perder o controlo e ficam como que viciadas na cirurgia. A certa altura tornam-se irreconhecíveis e pior do que isso, completamente artificiais. Não deveria um cirurgião por um pouco de travão?"
Há pessoas que têm transtorno de imagem. Há pessoas que se recusam a envelhecer. E há cirurgiões desprovidos de ética, interessados simplesmente em facturar.

É interessante este comentário que eu própria coloquei ao Dr. João Martins a propósito de uns tratamentos estéticos que fiz (e ainda não escrevi sobre eles). A pergunta era: "e se eu não souber parar?". A resposta foi gira: "não te preocupes, estás comigo. E se preferires outro cirurgião, perguntas e eu respondo-te na mesma".

Eu não acredito que não saiba parar. Não tenho transtorno de imagem nem medo de envelhecer, no entanto gostava de envelhecer com bom aspecto e achei bem colocar a questão. Se algum dia pedir algo desadequado ao meu corpo, espero que um médico me diga "nem pensar!" em vez de dizer "sim, sim", interessado apenas em facturar. Mas para isso é preciso encontrar o profissional e acho que essa é uma característica do médico que escolhi.

Muito do trabalho desta classe médica vai de paciente em paciente e a sugestão que vai de boca em boca é tudo. E aí, os resultados, o rigor e a assinatura dos trabalhos são fundamentais para uma boa fama. Por exemplo, no tempo de consultas em que conversávamos sobre este pilares, o médico referiu um caso de uma mulher que queria uns implantes enormes tipo bolas de queijo e ele recusou, não queria assinar um trabalho assim. E estava no seu direito. Qualquer pessoa que tenha uma consulta com ele vai perceber que tem um sentido estético muito apurado e que não é fã da falta de naturalidade.

De resto, saber parar depende das expectativas das pessoas. Tenho 40 e não tenho vontade de parecer que tenho 20, mas gosto de ter uma pele cuidada e tratada. Não tenho interesse em ter papos e sei que não vou conseguir disfarçar rugas o resto da vida, mas não procuro parecer jovem, quero apenas ter bom aspecto e um ar cuidado.

[Continua].




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18.2.19

O que influencia uma decisão de compra?



Entre as fontes para estes números está a Forbes e este quadro serve uma realidade americana, mas adoro fazer leituras do resultado destas análises de comportamento.

Gosto de ver que muitos dos factores aqui assinalados são os que coloco em prática nos meus negócios, não porque tenha lido em algum lado, mas porque faço as coisas à medida do que gosto enquanto consumidora e não a pensar como empresária.




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14.2.19

Novo projecto, weeee! ❤



Novo projecto! I'm so proud que não me aguento! 

Tal como eu, muitas mulheres não compram revistas. Passam os olhos, vêm muita fotografia, mas são pouco dadas à sua leitura. Pessoalmente, olho para algumas capas e já não aguento ser tratada como estúpida, ler sugestões infalíveis para orgasmos múltiplos, ler um artigo de duas páginas para cada 50 páginas de publicidade e ainda ler artigos com verdades absolutas cujas fontes são duvidosas. Dou um exemplo: há tempos li um artigo sobre depilação a laser, não sei com quem falou a autora, o texto além de incompleto era uma vergonha de informação. Sofrível. E quem não sabe leu isto a pensar que é informação útil, pensei na altura.

Depois do papel, as revistas digitais marcaram presença. Mas além de algumas sugestões de restaurantes e ideias para passear ao fim-de-semana que são interessantes, em termos de conteúdo deixaram muito a desejar. Não trouxeram nada que fidelizasse a leitura. Já não aguento ler o que se ouviu a bordo do barco da Soflusa, mais um texto sobre um dieta que a autora do texto nunca colocou em prática, nem sobre as fofocas dos famosos, se A está separado de B e detalhes sórdidos que não se percebe onde está o interesse da exploração da vida alheia.

Para onde foram os conteúdos interessantes que há uns anos se liam em blogues? Aqueles artigos sobre relações e vida pessoal verdadeiros que nos deixavam a pensar, que tinham sumo para nos inspirar? Desapareceram para dar lugar a conteúdos comerciais e, no caso dos blogues, deram lugar a redes sociais com fotografias, que é giro de ver, mas o conteúdo morreu. De vez em quando lá aparece um texto interessante, mas já não é habitual.

Para quem tem saudades de ler textos de tamanho certeiro, nem curtos nem longos, com bom conteúdo, eu garanto que vão encontrar esse registo que deixou saudades na LIIV. E, riam, o projecto é de uma antiga maçã que fazia parte deste blogue, a Liliana.

A Liliana é brilhante a escrever. Mas brilhante, daquela forma que me inveja. Acabamos um texto e ficamos a pensar nele, acrescenta alguma coisa ao nosso cérebro, aprendemos alguma coisa, nem que seja a construir um raciocínio em que se discorda. E eu não escrevo isto porque somos amigas (muitos anos a virar frangos, oh!, se soubessem!), mas escrevo porque é a minha opinião, porque gostava de escrever assim, porque acredito neste projecto e acho que fazia falta. Junto com a Liliana escreve a Sílvia, que não conheço pessoalmente, mas também tem imenso jeito para a escrita.

Acompanhei o processo desde a ideia, vi o site em construção, li os textos, opinei, dei ideias, está bom, bom, bom! Com temas que nos interessam, sem estar pejado de publicidade que a existir, é altamente seleccionada. A ideia não é aceitar quem paga, é publicitar o que é bom. E isto não é um projecto com uma redacção imensa, com valores comerciais a falar alto, com grupos empresariais a exigir resultados, o que faz toda a diferença no resultado dos conteúdos.




A LIIV é isto, conteúdos que vêm de algum lado e não porque um chefe mandou escrever. Ainda não li este texto que vem aí, mas traz qualquer realidade que também é minha. A LIIV é uma espécie de casamento entre um blogue e uma revista digital e eu tenho a certeza que vão adorar 

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13.2.19

I love home style #32



Ahhh, se eu tivesse paredes para fazer isto!

Só parava quando me tirassem a picareta da mão.




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1.2.19

Pregos, peixe, fim-de-semana, perto do rio e bom para crianças. Yummy!



No último verão recebi um press release da cadeia O Prego da Peixaria do qual fiquei fã: nele anunciavam o encerramento da loja do Príncipe Real, depois de cinco anos aberta com sucesso e em expansão, explicando que "para que um negócio se mantenha sustentável, este não deverá acompanhar os excessos da especulação imobiliária que ocorrem actualmente"

You got my atention! Achei extraordinária a honestidade (e a verdade), preto no branco, sobre o escândalo de valores que se praticam em Lisboa por esta altura. Por melhor que corra um negócio, com valores de renda milionários, quem quer trabalhar para aquecer?

O Prego da Peixaria já tinha loja no Saldanha, em Alvalade, no Time Out Market (Mercado da Ribeira) e com o encerramento desta loja abriram em Algés. Ficou a ganhar quem mora na zona da linha e quem vai passear a Belém ou no passeio marítimo Algés-Oeiras, onde adoramos fazer caminhadas e vamos com regularidade. É o nosso calçadão português.

Já éramos clientes em Lisboa, a localização veio mesmo a calhar para quando passeamos por ali. 
E oh!, se a comida é boa!

As entradas (chamuças, croquetes, rissóis, bolo do caco torrado, etc.) são de lamber os dedos. 

Nas bebidas, fujo quase sempre para o Capuchinho Vermelho, um smoothie de frutos silvestres que eu adoraria saber fazer em casa. Já experimentei a sangria e os sumos naturais, podem optar por estes à confiança, mas o Capuchinho Vermelho é mesmo o que eu gosto.

Da carta, já experimentei lombo, picanha, tártaro de carne, repito muitas vezes as opções que já conheço, mas ainda há muito para experimentar.

Das sobremesas, a Delícia de Chocolate é óptima e não devem abandonar o espaço sem experimentar o gelado artesanal de Ferrero Rocher.

O Prego da Peixaria é daqueles restaurantes que sabemos que é sempre bom, opção segura. O espaço é grande, tem 70 lugares sentados no interior e 56 lugares de esplanada, têm cadeiras adaptadas para crianças, fraldário (com toalhitas e cremes para bebés), a carta tem menus pensados para os mais pequenos e a arquitectura e decoração são espectaculares. Recomendo! 

Fui convidada para fazer esta espécie de reportagem e dar a conhecer o restaurante, mas já era/sou cliente de qualquer maneira, #nãoépublicidade .





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© A Maçã de Eva

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