31.5.19

É este fim-de-semana!



Uuhhhh, é este fim-de-semana!
Adoro o Summer Market Stylista, só coisas giras e comida boa.

Eu lá estarei com os bikinis e fatos de banho ROS Lisbon.
Apareçam para dizer olá e levar-me uma garrafinha de oxigénio. Ali o trabalho não pára e chego ao fim do mercado como se tivesse sido atropelada.






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30.5.19

Fauna e Flora - que comida tão boa!


O Fauna e Flora é um sítio muito instagramável que eu conheci por via de influencers. De repente toda a gente ia ali e eu também queria ir - não por esse motivo - mas porque de facto a comida nas fotos parecia realmente atraente. E com o que eu gosto de comida e de um brunch, as minhas papilas tinham de passar por ali.

Um dia, já muitos meses depois de saber da existência do espaço, lá rumámos a este café ou restaurante em Santos. A fila era enorme, mas eu estava grávida (acho) e tinha alguma prioridade. Seja como for, esperámos uns bons 40 minutos por mesa. A vontade era muita e a espera não desiludiu.

Desde esse dia voltámos à porta algumas vezes para desistir desiludidos. O sucesso é bom, mas não dá para lidar com aquelas filas de pessoas e tempo de espera. Não sei como está esse aspecto hoje em dia, mas como a vida profissional nos permite, optámos então por adoptar uma estratégia: vamos almoçar em dias da semana e depois da hora típica de almoço. Assim não esperamos, mas tem sempre gente na mesma. Tentamos ir uma vez por mês, mais ou menos.

Desde a primeira vez repetimos os mesmos pratos, é tão bom que não dá para variar. Nunca comi disto noutros restaurantes. Começamos por dividir o açaí bowl (6,50€) que pela sua cobertura de fruta e muesli de excelente qualidade é dos melhores açaí que já comi - sendo que tenho muita experiência de Brasil. A tosta tericow (8,50€) é uma tosta perfeita que poderia comer todos os dias: picadinho de vaca em pão torrado, com abacate, cebola crocante, ovos perfeitamente escalfados (os mais perfeitos que já comi) e rebentos, toda uma combinação de ir ao céu que também dá para dois. Seguem-se umas panquecas guilty (6,50€) de manteiga de amendoim, banana, chocolate quente, amendoins salgados caramelizados, não há explicação e comemos os dois, mas dava para três. Tudo regado a um smoothie paradise (4€).

Riquezas, experimentem. A sério, em nenhum sítio como os paladares que oferecem no Fauna e Flora, é um espaço que adoro, adoro, adoro. Se gostarem dos ingredientes, sigam o nosso cardápio, não vão ficar desiludidos. 

O serviço é bom, o espaço é bonito, o pessoal é simpático e bem disposto, têm uma comunicação muito gira no instagram, eles só pecam pela falta de espaço (imagino que o sucesso tenha superado largamente as expectativas) e pelo facto de fecharem para férias, uma opção muito 1980. 

Recomendo muito! Bués, bués!





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Airbnb: nas costas do Castelo e com uma vista soberba






Riquezas, trago-vos mais um spot de Airbnb onde ficar em Lisboa, com uma vista tãaaao boa que não há olhos que cheguem para a imensidão de cidade que se avista daquelas varandas.

O prédio é dos meus tios, em cima das costas do Castelo de São Jorge, mesmo no centro de Lisboa antiga. Construíram o prédio e num pequeno apartamento no último andar criaram um Airbnb gerido pela minha prima, cujo perfil de Airbnb podem consultar aqui. É uma pro de Airbnb, faz disto vida, está mais do que habituada a receber hóspedes e ajudar no que um hóspede precisa. Também ela tem um rating muito bom.

O apartamento é completamente novo, os olhos agradecem a decoração, tem elevador, tem nota máxima em tudo (limpeza, comunicação, localização, etc.), que isto de quem tem negócios na família é com rigor. Só acho que as fotos não fazem justiça à beleza da vista. Isto requeria fotos profissionais, darei o toque ao meu tio! Portanto, se acham bom, na verdade ao vivo é muito melhor, com mais luz e mais bonito.

As seguidoras do blogue perguntam-me sempre por espaços onde ficar em Lisboa, esta é mais uma boa recomendação. Não escrevo isto porque queira dar negócio aos meus tios, mas porque sei que os hóspedes vão ser bem recebidos, numa óptima localização, a um bom preço e com uma vista de que não se vão esquecer. E porque é muito mais confortável optar por um Airbnb com quem existe uma espécie de relação de "confiança" do que através de totais estranhos. Todos os elogios são verdadeiros.

Se não conseguirem datas nesta casa do Castelo, não fiquem tristes, também em Lisboa têm aqui os dois apartamentos de outra tia minha e aqui e aqui os dois apartamentos da minha irmã. 

A quem interessar um desconto AirBnb, marquem através deste link que está ligado ao meu perfil. Desta forma vão numa espécie de recomendação da minha parte e pagam menos 35€ na primeira noite.

Já tenho feito outras sugestões de Airbnb, tudo experiências pessoais ou pessoas da minha confiança. Em Portugal ou noutros países, para conhecerem as casas onde já estive e recomendo, basta clicar neste link.

Boas viagens!





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29.5.19

Séries: O desaparecimento de Madeleine McCann



Trailer aqui.

O nome dispensa apresentações, poucas serão as pessoas no mundo que não saibam do desaparecimento da Madeleine McCann, quanto mais se forem portugueses. Acompanhei o caso desde o dia zero, na altura era estudante de comunicação e todo aquele aparato mediático era (e continua a ser) digno de estudo.

Esta série que me parece isenta - começa de uma forma e acaba de outra - é tão boa que não há palavras. Está aqui um trabalho jornalístico de juntar peças, de falar com especialistas de todo o mundo, com envolvidos nas investigações de todas as nacionalidades, o resultado é digno de Óscar, se houvesse para trabalhos de investigação.

Talvez importe dizer que eu tenho a convicção de que aqueles pais são pais em sofrimento e que nada têm a ver com o sumiço da criança. Não só tenho essa convicção como é um assunto tão sério, tão grave, uma realidade que me deixa tão melindrada, que eu não tenho paciência para ler/ouvir as teorias da conspiração. E ainda chega a meter-me nojo as piadas que se fazem em torno do assunto.

Sim, há limites para o humor. Enquanto os humoristas acham que tudo é válido, a linha só deve ser traçada se for o filho deles a desaparecer. A sério, a estes parvos que se põem com graçolas, deviam perder os filhos por um dia para abrir a pestana e ver se tinha graça fazer piadas sobre o assunto. Falta-lhes angústia, falta-lhes sofrimento na pele para perceber o que tem piada brincar ou não.

Nem me quero alongar sobre as piadas de parvos, a desgraça alheia não me dá vontade de rir, dá-me antes medo que me possa acontecer a mim, ainda que seja improvável e que apenas uma muito pequena parte da população viva situações destas.

Não existem crimes perfeitos, mas existem crimes escondidos por muito tempo. Espero que este seja um desses casos. Não acredito numa mão cheia de adultos que estão de férias num país que não conhecem, com mais não sei quantos empregados de hotel, mais pessoas na rua, menos carro que não têm, poupem-me... um corpo não é fácil de esconder num par de horas num país desconhecido.

Além disso, há a luta daqueles pais que se empenham numa campanha sem fim e passam os dias a tentar novos focos de atenção, retomar o caso, quando podiam perfeitamente ter deixado o caso entregue às autoridades e sossegar na terra deles. São activos, não descansam e isso não é um álibi.

As mentiras que envolveram o circo mediático foram vergonhosas. Mas a forma como se comportou a nossa polícia foi abaixo dos mínimos. A série dá um retrato da polícia portuguesa abaixo de cão, provincianos, falta de conhecimentos, o Gonçalo Amaral aparece como um tipo armado em xerife tão cheio dele próprio que não coube espaço a linhas de investigação que não fossem as que ele pessoalmente acreditava. Aquele argumento de "os lençóis estavam esticados, parecia que ninguém se tinha deitado na cama", ó filho! Devias ver como ficam os meus lençóis de baixo que têm elástico.

Na investigação mediática não há paciência para a discussão se a mãe tem cara de quem sofre ou não. Sabemos lá que cara de sofrimento faríamos se nos desaparecesse um filho e nos dissessem que tínhamos de representar de determinada maneira em frente aos meios de comunicação para proteger a vida da criança!

A série começa o desaparecimento da miúda, a GNR chega uns 40 minutos depois do alerta (certamente com a criança já a atravessar a fronteira e a chegar a Espanha). Os episódios passam com os pais da Maddie a parecer que "cheiram mal", com uma polícia portuguesa absolutamente vergonhosa até começar a investigação a sério, já bem mais tarde do que seria suposto. Um ano depois?

Os últimos três episódios sorvi-os. O PAM deixou de ver, aquilo estava a causar-lhe uma angústia desgraçada, preferiu deixar de ver, não estava a conseguir lidar com o abrir de portas de uma realidade que jamais pensaríamos existir em Portugal, um país tão pacato. Com a desistência dele fiquei uma noite a acabar de ver a série até às quatro da matina. Deitei-me sem conseguir dormir, acordei a pensar na série, estive dias e dias a pensar no assunto. 

O documentário é assim de bom, acho que era capaz de ver outra vez. Infelizmente é uma história real. Uma história real em que todos os especialistas mundiais apostam na inocência dos McCann (com base nas provas) e depois há o Gonçalo Amaral e os comentadores de redes sociais, o Zé Povinho, que ocupam espaço na internet quais mestres da investigação sem escolaridade obrigatória.


*** MAIS OU MENOS SPOILER ***

O detective espanhol contratado é sublime, inacreditável de ouvir. O que ele conta é de causar arrepios. Não queria estar no lugar dele.

A cena dos cães é completamente parva e inconclusiva. Se o boneco tem o cheirinho a cadáver, pode parecer perfeitamente normal quando os pais são médicos e trabalham em ambiente hospitalar.

Cheirar qualquer coisa num carro que foi alugado depois do desaparecimento da miúda é andar a gozar com as pessoas. Fizeram o quê? Esconderam o corpo debaixo da cama e foram desaparecer com ele mais tarde num carro alugado quase um mês depois?

O milionário que decidiu ajudar os McCann apenas porque sim, é extraordinário. Ajudar é gratificante, (quase) todos sabemos, mas pôr as mãos na massa e poder ajudar na prática deve ser um sentimento muito bom.

As agências e pessoas que se aproveitaram do sofrimento destes pais receberão a lei do retorno. É preciso acreditar nisso.

No dia a seguir ao rapto, aquela cena da mulher em Barcelona é sinistra e altamente suspeita.

Aquele especialista internacional que começa por achar que os pais estão envolvidos para mudar completamente de opinião (com base na sua experiência de investigação) era onde o Gonçalo Amaral devia colocar os olhos.

Fica claro que existe no Algarve uma operação criminosa de tráfico de pessoas.

O pico da série está no 7º episódio, quando uma estrangeira aluga uma casa no Algarve, um dia recebe um homem à porta num falso peditório para um orfanato que não existe (mas ela ainda não sabe). A mulher sente-se desconfortável naquele contacto, sente que ele só olha para a filha atrás dela, sentada no meio da sala a brincar. Despacha o homem e não pensa mais no assunto. No dia seguinte a mulher está sozinha na casa alugada com a filha, desce as escadas com um alguidar de roupa para lavar, faz a curva para a sala e lá está o mesmo homem sinistro de pé junto à filha, no meio da sala, entrado por uma janela. A simulação e descrição deste momento vivido por uma estrangeira de férias no Algarve é uma coisa absolutamente arrepiante. Juro, literalmente me arrepiei toda e levantei os braços à cabeça. É o pico do documentário e a prova de que algo muito estranho se passa no Algarve.


*******

Existem fundos para prevenir e interromper o terrorismo, para travar as drogas, há tanto conhecimento em volta destes dois problemas, mas o desaparecimento de crianças parece ser tão omisso no que toca a esforços de autoridades que não se compreende. E quando alguém nos abre as portas a este mundo, a dimensão é assustadora: todos os anos, POR ANO, desaparecem 25 mil crianças na Austrália, 40 mil crianças no Brasil, 33 mil em Espanha, 424 mil nos EUA e a lista de países continua com números aos milhares. Alguém consegue reflectir e perceber que estes números não sejam uma prioridade tão importante quanto a luta contra o terrorismo?

Em Portugal, em 2006, desapareceram 31 menores. Não acham isto um número muito grande para Portugal? Alguma vez deram conta desta dimensão? Destas, 24 foram entretanto encontradas, 2 foram encontradas mortas, as restantes continuam desaparecidas.

No fim do documentário ficamos a saber que Portugal é um país sem desaparecimentos significativos em número anual quando comparado com outros países, mas acontecem e é palco de passagem para tráfico de mulheres e de menores. Fiquei com a plena consciência disto e sou da opinião que qualquer mãe/pai devia ver esta série, com especial atenção nos últimos episódios, onde focam outras casos, contam como se processam raptos de menores, falam de casos em Portugal, focam as agências que ajudam nestas situações, é tudo de levar as mãos à cabeça. E de não reconhecer o nosso país. 

Por exemplo, não sabia, não tenho mesmo memória deste caso, mas em leituras posteriores à série descobri que em 1996 desapareceu de uma praia em Aljezur, de uma forma inexplicável como que engolido pela terra, um menino alemão, René Hasée, de seis anos. Não me lembro mesmo de mediatização do caso e não se encontra muita coisa online. No entanto, todos os anos, há 17 anos, ali rumam os pais em busca de um filho desaparecido que terá nesta altura 23 anos.

Outro exemplo, desta vez a norte, esta semana dei com esta notícia de um desaparecimento em 1994. Alguém se lembra deste caso? A ser verdade esta notícia, como é que é possível que o caso tenha sido conduzido assim cheio de pontas soltas. E como? Como? Como é que se destroem processos de desaparecidos que nunca apareceram porque já prescreveu? Ao menos entregassem a papelada à família!

Percebo quem seja como o PAM e prefira não saber, mas entre a escuridão da ignorância ou a luz da informação, eu preferi saber. Depois de ver a série, depois de tudo o que fui lendo pela sede de saber mais que o documentário me provocou, nunca mais saí à rua com a Carminho da mesma maneira. Acho mesmo foi para mim um ponto de viragem na forma como vejo a minha filha em sítios públicos e olho para estranhos.

Se eu acredito que a Maddie está viva? Não sei. Se por um lado a lógica me diz que todo o circo que se montou tinha melhor solução com a morte dela, por outro lado existem outros casos em que a probabilidade da morte da/o desaparecida/o era alta, mas 20 ou 30 anos depois aparecem saídos de uma cave escura onde viveram a vida inteira. Nunca se sabe. Mas se pudesse pedir, espero que um dia apareça. Até porque era preciso esfregar isso na cara do Gonçalo Amaral.

A não perder.


"As a parent of an abducted child, I can tell you that it is the most painful and agonising experience you could ever imagine. My thoughts of the fear, confusion and loss of love and security that my precious daughter has had to endure are unbearable - crippling. And yet I am not the victim, Madeleine is", Kate McCann.





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28.5.19

Mergulhos à vista!


Isto de criar colecções de swimwear é um trabalho que para mim já tem alguns anos de experiência, aprendizagem, técnica e muita evolução. Se é verdade que todos os anos gostei das minhas colecções, não é mentira que hoje olho para trás e já não me identifico com algumas criações.

Acho que em nenhum ano quis ter para mim tantos fatos de banho e bikinis como neste ano de 2019. Mas sou uma empresária comedida, ficar com modelos para mim significa custos para a empresa. É evidente que me reservo ao direito de escolher algumas unidades, mas não sou de registo abusador, não tenho um de cada, nem nada parecido. E muitas vezes fico com protótipos que têm pequenos defeitos que só eu sei. Não há lugar a desperdícios.

Se noutros anos era certeira e sabia mais ou menos o que queria, este ano a escolha está complicada. Comecei com uma lista de 14 unidades, pensei "que abuso!" - a contar com os que já tenho e ainda virei a ter - e tenho vindo a reduzir a lista. Esta redução é facilitada pelas críticas negativas do homem aos "não tens idade" e também pelas formas roliças com que me vejo ao espelho e já tiveram melhores dias.

Ainda assim, há modelos de que gosto tanto que mandei fazer em restos de padrões de anos anteriores para aproveitamento. Assim até fico com alguns exclusivos!

Gostos pessoais à parte e sobre o negócio em si, este ano está a ser completamente atípico.

Começaram as vendas, até aqui nas primeiras semanas conseguia perceber rapidamente qual era o modelo que ia sair mais, qual o padrão com mais procura, mas este ano, nada! Não consigo perceber! As vendas são completamente uniformes na escolha do modelo, nos padrões idem, isto nunca me aconteceu, não consigo fazer uma leitura. Espero que a partir da próxima semana, com a abertura oficial da época balnear consiga fazer uma leitura melhor, que é quando começa a época on fire, mas por enquanto sinto que é como ter acertado na lotaria: sai de tudo, não sei quais vão ser os restos de colecção.

E por aí, têm preferidos que me ajude a perceber para onde vai rumar a clientela?

Ficam aqui algumas das minhas fotos preferidas da sessão fotográfica de 2019. Mas enquanto escrevo este post, a minha mesa está cheia de provas de cor para os padrões de 2020. Gosto tanto destes dias!

Adoro o entusiasmo de malhas novas, de cores novas, de ver o tanto de Brasil que ponho nestes padrões, cruzar cores e adivinhar best sellers. Por estes dias vou andar de saco na mão e rumar a casa de pessoas com os padrões de 2020, pedir opiniões à Mamãe, família, amigas, colaboradoras, ver reacções, escutar opiniões, reunir informação e retirar aprendizagem disto tudo.

As provas de cores já estão, a fase de protótipos da colecção 2020 começa na próxima semana. Ainda nem vesti um modelito de 2019 e já estou com um pé em 2020. É bizarro!

Gostar do que se faz é maravilhoso e conseguir fazê-lo com a devida antecedência é ainda melhor ❤ 


Colecção disponível aqui

 
 
 
 
 

Agradecimentos a estas pessoas maravilhosas que tornam tudo possível 

Fotografia by WSA

Modelos ROS 2019

Maquilhagem

Cabelos
Marisa by The LOFT 

Spot

 Acessórios




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Just saying #16



Ando com uma sede de viajar... ui!







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27.5.19

Gostei e comprei #46




Sou uma mulher com coxas e desespero metida dentro de roupa justa, portanto, encontrar calças em que não me sinta a gangrenar é um filme. Não é impossível, mas é trabalhoso, é preciso experimentar muuuuita coisa e o rácio de provas vs compras é baixo.

Mas eis que em provas recentes descobri dois modelitos de calças que respeitam quem tem coxa grossa e por isso se transformaram em compras.

As calças pretas são umas skinny, pasmem-se! Achamos sempre não existem skinny para coxa grossa, mas estas assentam na perfeição e têm um plus fantástico (que é sempre um risco), não são daquelas que passam o dia a escorregar pelas pernas abaixo. Além disso, podemos apanhar uma moeda do chão sem ficar com o rêgo à mostra, o que é de valor. 

O modelito está para o pequeno, comprei um 40 (costumo vestir o 38), a refª é a 5899/055 e têm um nice price de 25,95€. Até estava preparada para comprar mais do que uma cor, pois isto quando se encontram umas skinny de jeito é um achado e convém investir, mas não existe noutras cores, shnif!

Boa compra também foram estas calças caqui jeitosinhas. Não são umas skinny, são umas chino e o que levou a experimentá-las foi o toque do tecido tipo pêssego num material de 98% de algodão. Adoro! Acho sempre que um par de calças me vai desiludir nas formas, fui para o provador com dúvidas, mas assentou lindamente. Adoro ver com as bainhas sobradas, fica impecável com sabrinas, sandálias, botins ou ténis. Não falta versatilidade para combinar. 

Este modelito está para o grande, comprei um 36 (costumo vestir o 38) e acho que se emagrecer vou-me condenar por não ter optado pelo 34, pois alargam bastante logo no primeiro dia de uso. A refª é a 8246/053 e têm o preço de 29,95€. Também não existe noutras cores.

Com muita pena, a ZARA continua a fotografar as suas peças de uma forma muito pouco atraente, nem faz justiça a estes pares de calças. Mas são boa compra, recomendo!

  





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26.5.19

Wildy fest



Trailer aqui.


No Dia da Criança, dia 1 de Junho, o Hello Park em Monsanto vai receber o Wildy, um festival cheio de entretenimento para gozar em família. 

O festival vai estar dividido por actividades: 

A Floresta dos Ritmos by Tronkar, com aulas de música com instrumentos africanos, brasileiros e portugueses.

A Clareira da Mãe Terra, com workshops de olaria para porem as mãos na massa, moldar o barro, serem criativos e levar as obras de arte para casa. 

O Lugar dos Espíritos, onde as actividades são dedicadas ao coração e à gestão das emoções.

Workshops de reciclagem criativa em que os miúdos são desafiados a criar objectos com recurso a materiais recicláveis. 

Workshops de alimentação saudável para os mais pequenos aprenderem truques de culinária. 

Oficinas criativas, pinturas tribais, danças, jogos, teatro, não vão faltar actividades.

O Wildy é um evento de ligação com o meio ambiente e consciência ambiental com uma áurea mágica inspirada na natureza. 

Além disso, o festival tem o Apoio da República das Mamãs e se tem esse selo, é porque é bom, educativo e divertido.

Bilhetes aqui.








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24.5.19

I love home style #35



Para quando eu tiver a minha casa de sonho 







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12.5.19

Sociedade Civil: "Empreendedores de sucesso"



Fui convidada para ir ao programa Sociedade Civil. 
O tema era "Empreendedores de sucesso" e pode ser visto aqui

Não foi a primeira vez que fui à TV, já fui tantas outras vezes que não lembro quantas foram, mas foi sempre num registo de mostrar a ROS Lisbon e as novas colecções. O registo de dar o testemunho de quem está a trilhar um caminho de negócios é muito mais interessante (para mim).

E o que mais gosto disto é o que se aprende na experiência cruzada de quem tem negócios, de ouvir os outros, de poder fazer comparações, adaptações à nossa realidade e produto de mercado. E isso inclui falar de coisas boas e más. Não há pachorra para testemunhos românticos em que tudo é uma maravilha. Não acredito, I don't buy it. E com isso das verdades saiu-me uma afirmação acerca do trabalho das novas gerações que podia ter corrido mal. Mas pelo contrário, foi bem aceite, escreveram-me várias pessoas a falar disso, o que significa que infelizmente (e ainda que existam excepções  que é claro que existem), eu não estarei muito errada.

Também com muita pena, não estava sozinha e tinha colegas entrevistados com quem dividir o tempo, mas adoraria ter falado do inferno que é procurar fornecedores e encontrar fabricantes portugueses que correspondam às PME também portuguesas. Podia escrever um livro!




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8.5.19

Da ideia ao produto final



Quatro fotos: euzinha mergulhada na selva brasileira correndo perigo de ser devorada por felinos de alto porte (tudo pela inspiração), ao desenho do padrão, à foto de produto e à foto de catálogo.

Pelo meio falta o teste de cores na malha, escolher a melhor cor, a chegada das malhas em rolo, a escolha da cor do forro, o protótipo do modelo, arranca a produção, chega a mercadoria, os modelos são organizados em loja, é criado um stock para a loja online, são publicados os artigos online e começam as vendas. Depois é a parte da cliente: exibir-se numa praia!

 Não é um processo giro? 

Brevemente aqui.



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© A Maçã de Eva

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