31.3.21

Pó mineral para o rosto


Há umas semanas uma seguidora viu esta embalagem nos meus stories e enviou-me uma mensagem a perguntar o que era. Respondi em privado, mas de facto mais vale recomendar no geral porque é um must have de ano inteiro.

Esta embalagem amarela é um Clinique Sun SPF30 Mineral Powder e é um dos meus queridinhos de rosto. Depois da minha rotina de higiene, segue-se a hidratação, depois a protecção solar e gosto de passar um pó para tirar quaisquer brilhos. 

Este pó mineral tem um SPF30, é praticamente transparente (a minha cor é o Very Fair), está indicado para todos os tipos de pele e na forma que eu aplico deixa na pele um véu muito fino que não parece que temos maquilhagem, ficamos apenas com uma pele com bom aspecto. O pó não tem oleosidade e serve-me em todas as estações do ano. Adoro o efeito e recomendo imenso.

A caixa traz espelho e uma esponja, recomendam aplicar com os dedos, com a esponja ou um pincel, é à escolha do freguês. Ultimamente estou a usar o pincel da imagem, roxo, da Royal da Langnickel, queria ter um pincel exclusivo para pó, grande, que se destacasse dos outros no copo que tenho e este foi uma boa escolha. É vivaço na cor, mas gosto e é bem suave.

Já há muitos anos que uso Clinique, é uma das minhas marcas do coração e da minha mãe que usa a marca há tanto tempo que ainda nem existia em Portugal. Há produtos/marcas que nunca saem da minha prateleira por mais anos que passem e estou mega curiosa para experimentar a nova base, a Even Better Clinical Serum Foundation. É um outro tema que ficará para um novo post, mas já alguém experimentou? E que tal?





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22.3.21

Este gel íntimo é um preferido!


Em toda a minha vida de higiene não faltam geles íntimos que já tenha experimentado. Uns hediondos com cheiro a lixívia (ou mata-rastejantes) que jamais na vida voltaria a consumir para uma utilização básica e diária (porque os desinfectantes não fazem sentido se não houver uma verdadeira necessidade), e outros perfeitamente aceitáveis, neutros, dos quais não tenho reclamações. Mas este gel íntimo da Apivita, o Intimate Care Chamomile & Propolis, destaca-se e é para mim um dos melhores. 

Estou a usar há cerca de dois meses. Fui conquistada pelo cheirinho tão suave, pela densidade do gel, pela embalagem que fica bem no WC, pela quantidade de produto (300ml é mais que o habitual), com 91% de ingredientes de origem natural, ginecologicamente testado, eco-responsável, de embalagem reciclável e com um preço de 11,90€.

Tem camomila, aloé, ácido lático e outros ingredientes naturais que respeitam o pH fisiológico e protegem a flora natural da zona íntima.

Não tenho relação com a Apivita, mas tenho vindo a experimentar os produtos da marca e a gostar mesmo muito. Já experimentei um amaciador de cabelo, as máscaras de cabelo em saquetas (escrevi reviews aqui no blogue) e já tenho outros produtos debaixo de olho. Quando a marca é boa, uma pessoa quer mais.

A Apivita é uma marca grega inspirada nas propriedades de beleza das abelhas, utilizando o trabalho delas de forma responsável. Explicado de forma simples, com o aumento do uso de pesticidas, o surgimento de doenças e outros perigos que o planeta enfrenta, em todo o mundo as colónias de abelhas têm reduzido drasticamente e... sem abelhas, não há flores. Sem flores e sem polinização, não há alimentos e é fácil adivinhar o impacto mundial que esta cadeia pode ter na alimentação e até na sobrevivência humana.

Na Apivita, além da missão de proteger a vida e promover a multiplicação das abelhas, no mercado de beleza utilizam apenas 40% da produção, permitindo que os outros 60% sejam protegidos para manter o normal funcionamento das colmeias. É uma marca muito interessante.

Têm algum outro produto da Apivita que seja um preferido e queiram sugerir?





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28.2.21

Milagreiros de cabelo


Ando a ver a Olaplex referida nas redes sociais já há algum tempo e descrita como uma marca extraordinária, num registo "como é que eu vivi sem isto antes?". Gosto da simplicidade da marca que tem uma linha curta, de apresentação muito clean e dá aos produtos a indicação de um número.

Este na imagem é o Olaplex n°7 Bonding Oil, um óleo nutritivo para cabelo danificado, dá brilho ao cabelo, melhora a textura, não pesa, proporciona proteção térmica até 450°C e impede que o cabelo fique encrespado. Seria um bom anti-frizz? 

Além da protecção térmica, foi isto que me levou a encomendar o óleo. O meu cabelo tem um frizz horrível, tão mau que tenho de o secar com secador para conseguir domar a fera. Senão fico cheia de cabelos enrolados no alto da cabeça, tipo cartoon que envolve choques eléctricos. Detesto.

Já o usei várias vezes, gostei e recomendo! Como é evidente, não faz do meu cabelo difícil um cabelo de sonho, mas deu para perceber que de facto controla melhor o cabelo e eu experimentei em dias de humidade e chuva intensa! Pessoas com frizz saberão o que acontece ao cabelo num dia destes, mesmo que tenha sido esticado nesse dia. Tal como acontece em simples funções do dia-a-dia apenas com o vapor de dar banho à criança, lavar a loiça ou cozinhar.

Experimentei aplicar o óleo em cabelo molhado e em cabelo seco (a marca diz que pode ser usado de ambas as formas), mas o resultado não é igual, prefiro muito mais o acabamento que fica se aplicar em cabelo molhado e depois usar o secador.

Estou francamente curiosa para ver o que há mais a dizer sobre esta marca noutros produtos, mas também tenho alternado com outros (sem ser óleo) da Color WOW, também muito referidos por influencers internacionais (acho que não se vende em Portugal) e adorei! Deixo essa recomendação para um novo post.

Ainda na imagem, não tinha uma escova de cabelo há mais de 10 anos. Usava apenas pente e uma escova redonda de secador. Deixei de usar quando tinha ainda menos cabelo que hoje e senti que as escovas me deixavam o cabelo colado à cabeça. Apostei na The Ultimate da Tangle Teezer depois de a Carminho receber uma outra escova da marca que me deixou com vontade de ter uma versão de adulta. 

No link podem procurar a escova pelo nome e ver um vídeo. Esta aquisição foi uma óptima surpresa! É grandalhona mas não pesa nada, preta, discreta, super fácil de pentear, de lavar e de tirar os cabelos que ficam agarrados. Se procuram uma escova de cabelo, têm aqui uma óptima opção.





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24.2.21

Arroz falso ou verdadeiro?


Há dias mostrei de raspão um falso arroz num stories do IG e recebi tantas perguntas! Haverá alguém que ainda não conhece esta iguaria?

É o acompanhamento mais simples de se fazer, não existe arroz nenhum e quase tenho vergonha de vos dizer que começa num pacote congelado.

O que vêem na imagem não é mais que um picadinho de couve-flor e brócolos do tamanho de bagos de arroz e que pode perfeitamente substituir o arroz numa refeição, reduzindo muito as calorias ao prato. Como é evidente não sabe a arroz, mas é excelente, faço esta receita em casa muitas vezes.

Podem comprar uma couve-flor e brócolos e picar na Bimby ou, em alternativa, comprar já picado e congelado no Pingo Doce. O Continente também já vi que tem, mas ainda não provei.

Em suma, podem fazer o picadinho em casa (e congelar para depois cozinhar) ou podem comprar já congelado.

Numa frigideira colocar um fio de azeite, o picadinho dos legumes e deixar cozinhar. Acrescentar sal, tomatinhos partidos ao meio ou tomate normal partido em pedaços pequenos e folhas de manjericão picadas.

Está feito, é só isto e é maravilhoso!

Ao misturar este falso arroz com um arroz basmati, descobri que resulta num verdadeiro arroz temperado e cheio de legumes de impressionar! Tanto serve para fazer espectáculo com visitas em casa ou para obrigar os miúdos a comer legumes (para os que resistem).

Depois digam-me o que acharam! 





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23.2.21

Séries: Unbealivable


Trailer aqui

Unbealivable, esta série de oito episódios é boa demais. Toda a gente devia ver e aprender o que sente uma vítima de violação. 

A confusão, o medo, a falta de foco, o desnorte, a dúvida, a culpa e todo um rol de comportamentos que uma grande parte das pessoas não entenderá, como a falta de firmeza em colaborar com as autoridades.

A série é da Netflix, podem saber mais aqui e é inspirada na realidade, quando um violador em série difícil de apanhar realizou diversos ataques em Washington e no Colorado. Esta série de crimes resultou numa reportagem da ProPublica, "An unbealivable story of rape", que podem ler aqui.

Afinal, Marie foi violada ou é só uma jovem estranha, meio dramática e mentirosa? 
A depressão.
A pressão dos que a rodeiam.
A quantidade de vezes que tem de repetir a história.
O desprezo.
Os anos que passam.

Todas as pessoas deviam ver esta série, mulheres e homens. E todos os pais deviam dar às filhas adolescentes a ver, se entenderem que têm a maturidade necessária para dali retirar ensinamento.

A série é tão boa que se não fosse uns momentos parvos ali no fim a atirar para o filme americano de quinta categoria, era perfeita.





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22.2.21

Três condicionadores para cabelos finos


E para quem tem cabelos finos e sem volume como o meu, deixo três sugestões de condicionadores para este tipo de cabelo tão difícil. Eu que o diga, há um meme que circula na internet que diz "força, foco e fé, aprendi com o meu cabelo". Confere!

Para quem tem cabelo fino (e pouco cabelo), não é fácil encontrar produtos que deixem a melena hidratada mas sem ficar pesada, colada à cabeça, o que não gosto nada de ver e mata tantas fotos. Às vezes acho que estou bem, tiram-me uma foto e pergunto-me como pareço tão "lambida" se não vejo isso ao espelho.

A escolha dos produtos de cabelo é muito determinante em como se aguenta ao longo do dia e tenho procurado afinar as minhas escolhas.

Sem nenhuma ordem específica, trago três condicionadores de marcas diferentes que experimentei nos últimos meses e que recomendo. Destes três, gostei de todos!

Apivita Holistic Hair Care Hippophae TC & Laurel - condicionador tónico para cabelo fino e escasso, foi a última aquisição da marca depois de andar a experimentar tantos bons produtos da marca. Gostei e cumpre, facilita o pentear, tem 150ml, custa cerca de 12€ e tem um cheiro que me lembra as espumas de barbear, mas de forma suave. A Apivita tem outros condicionadores que parecem ser interessantes: para cabelos oleosos com pontas secas, hidratante, para protecção da cor, cabelos sem brilho, nunca experimentei estas variedades mas hei-de encomendar e experimentar com o tempo.

O Dove 1 Minute Milk Gel - condicionador reparador para cabelos fracos e danificados, nunca vi nos supermercados portugueses e achei a informação de detalhe interessante. Destas três sugestões que trago é o mais barato, tem 200ml, custa 2,80€, tinha baixas expectativas e foi uma excelente surpresa! Gostei mesmo muito, tem um cheiro suave, simples, lembra um creme de corpo ligeiramente frutado. Cumpre o objectivo e não pesa no cabelo. Nem é só pelo preço - que faz deste condicionador uma opção económica - ele é francamente bom, considerem experimentar.

Por último, o Moroccanoil Volume - condicionador de volume para cabelo fino e sem volume, foi o primeiro dos três que experimentei e era uma marca que já namorava há que tempos. Muito bom! Dos três é o mais caro, 23,85€, tem 250ml e em termos cheirinho e de acabamento acetinado no cabelo, este é o melhor (mas não quero com isto dizer que os outros não sejam bons, é apenas uma questão de gosto pessoal). Excelente no desembaraçar, a marca deixou-me curiosa a experimentar mais produtos.

E desse lado, quais são os vossos condicionadores preferidos? Conhecem algum destes?
 




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19.2.21

Documentário: Fake Famous

Este documentário é tãaaaaaaa bom que ando há dias a pensar nele e podem vê-lo na HBO.

A ideia é genial: fazer uma experiência social e criar um influencer de forma artificial, ou seja, que não cresceu a pulso produzindo conteúdos capazes de reter a atenção de potenciais seguidores. 

E o que é preciso para se ser famoso no Instagram? Dinheiro. Só e apenas dinheiro.

O documentário começa com um casting que procura pessoas que querem ser famosas. Uma pessoa sente logo um vazio constrangedor. Para que é que uma pessoa quer ser famosa? E daí assiste-se a um desenrolar de poses, acção, falsidade e enganos. Mas nem tudo corre como previsto e é aí que está a parte interessante.

Até onde vai o poder da realidade vs dinheiro? 
Quanto empenho serão capazes de colocar em mostrar uma coisa que não são em nome da fama? 
Quanto pesa a mentira na consciência?
Mais vale ter poucos seguidores verdadeiros ou não importa a qualidade, desde que sejam muitos?

A realidade dos seguidores comprados é doentia desde a responsabilidade do próprio Instagram às manobras pessoais de querer parecer mais do que se é. OK, isso até é expectável, o Instagram só quer dinheiro e estes jovens vivem obcecados com a fama. Mas estranhei o papel de palhaço das marcas. 

Como marca já fui contactada mil vezes para parcerias. Dou um olho e zás, encontro seguidores falsos. E - para mim - quem compra seguidores não se acha suficiente, tem fraca auto-estima, engana as marcas e está o negócio fechado, é um "não".

Para ver se um perfil tem seguidores comprados e há muitas (mas muitas) influencers portuguesas que fazem isso, basta dar um olho aos seus seguidores. Uma lista onde constem nomes estranhos, demasiados nomes estrangeiros, sobretudo com caracteres ilegíveis para nós (árabe, persa, chinês, etc.), demasiados seguidores que quase não têm fotos, que seguem poucas páginas ou mal têm seguidores, isso é sinal de que há seguidores comprados. 

Pena que o documentário não tenha um segundo episódio que passe o pente pelo comportamento de algumas influencers e, mais ainda, pela antítese do profissionalismo e do rigor, entalando algumas marcas pela falta de palavra. Já me aconteceu. Adorava poder contar, mas terei de guardar para mim. No entanto, enquanto marca que comunica com outras marcas, eu conto. Algumas pessoas podem não saber, mas entre marcas vamos pedindo referências, partilhamos histórias e opiniões. E isso, riquezas, pode significar mais ou menos trabalho para a influencer. Geralmente menos.

No entanto, discordo completamente da ideia que o documentário transmite de que estes influencers querem que as pessoas se sintam mal, inferiores. Não, acho antes que querem parecer mais, gabar-se, ostentar, parecer que são os maiores. São diferentes pontos de vista, embora ambos maus.

Anyway, neste belíssimo documentário o fim é muito interessante, mas cada um terá a sua conclusão. Qual foi a vossa? E qual é o futuro dos influencers que não constroem nada e contam com a eternidade das suas caras bonitas?




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31.1.21

Máscara de cabelo de laranja. Que boa descoberta!


Não tenho relação com a marca e este produto é impossível deixar de recomendar. Esta máscara de cabelo é uma explosão de citrinos no duche. Para mim tem sido quase um momento de aromaterapia logo pela manhã: lavo o cabelo, coloco esta máscara nas mãos, esfrego nas palmas e inspiro de olhos fechados antes de aplicar no cabelo. Faço algumas inspirações e sabe-me tão, mas tão bem!

Fechem os olhos, imaginem que é agosto, que voltaram da praia, a pele sabe a sal e têm a pele com bronze saudável. É hora do sunset, alguém traz um saco de laranjas sumarentas e abre-as umas atrás das outras para um sumo de fruta que está no ponto. O ar está perfumado. É a isso que cheira, é bom demais e cheira com a intensidade perfeita!

Soube da existência da Apivita através de uma influencer há uns anos. Fiquei a saber que a marca existia, mas não liguei. Há tantos produtos no mercado, é impossível dar atenção a tudo. 

Mais tarde foi outra influencer que referiu estas máscaras de cabelo e eu (que adoro boas máscaras de cabelo), decidi experimentar a Orange Hair Mask da Apivita. Também encomendei a versão de ácido hialurónico, mas ainda não experimentei, edito este post quando experimentar.

O cabelo fica super macio, hidratado, sem pesar, quando abro uma saqueta uso dias seguidos até acabar. Cada saqueta custa 2,25€ e para mim rende quatro aplicações.

À medida que esta marca grega me foi aparecendo nas redes sociais, percebi que é inspirada nas propriedades de beleza das abelhas, utilizando o trabalho delas de forma responsável. Apaixonei-me pelos ideais da marca. Explicado de forma simples, com o aumento do uso de pesticidas, o surgimento de doenças e outros perigos que o planeta enfrenta, em todo o mundo as colónias de abelhas têm reduzido drasticamente e... sem abelhas, não há flores. Sem flores e sem polinização, não há alimentos e é fácil adivinhar o impacto mundial que isto pode ter na alimentação e até na sobrevivência humana.

Na Apivita, além da missão de proteger a vida e promover a multiplicação das abelhas, para o seu mercado de beleza utilizam apenas 40% da produção, permitindo que os outros 60% sejam o necessário para manter o normal funcionamento das colmeias. Não é uma história tão gira?

Além desta máscara de cabelo, encomendei um gel íntimo que vou deixar para um novo post, mas posso já dizer que é só o melhor gel íntimo que já experimentei. Fiquei mesmo contente por ter arriscado na encomenda e já vou experimentar mais produtos da marca. Algum que me queiram sugerir?




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27.1.21

Queques saudáveis com chocolate e framboesas


Filhas, ca-re-do! Mostrei nos stories do IG uns queques na minha cozinha, uma coisa de raspão com duração de meio segundo e CHOVERAM pedidos para a receita.

Esta é uma receita que encontrei algures na net e transformei para uma coisa diferente. Teve uma primeira edição aqui, uma segunda edição aqui e esta terceira edição é a minha preferida de sempre e a que tem sido cozinhada mais vezes.

É uma excelente ideia para aproveitar aquelas bananas moles que já ninguém quer comer. 

• 2 bananas maduras 
• 2 ovos 
• 1 chávena de flocos de aveia finos ou grossos picados 
• 1 mão cheia de bom chocolate preto com amêndoas (ou sem) picado
• 1 mão cheia de framboesas (costumo comprar no verão e congelar para os meses seguintes)
• 2 colheres de sopa de manteiga de amendoim (bem gordas) 
• 2 colheres de sopa de xarope de agave 
• 1 colher de chá de fermento 

Bater na Bimby todos os ingredientes (excepto o chocolate picado e as framboesas) até ficar uma massa típica de bolo. Incorporar na massa o chocolate e as framboesas, desfazendo a fruta ligeiramente.

Untar e enfarinhar as formas. Colocar a massa nas formas e levar ao forno a 180ºC durante cerca de 20 minutos (tempo varia conforme tamanho das formas e eficácia do forno). 

Deixar arrefecer, tirar das formas e já está! O problema é conseguir não comer tudo no mesmo dia.




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25.1.21

Descobri uma pasta de dentes como as chiclets de canela!

 

Costumo comprar as pastas de dentes comuns que encontramos nos supermercados praticamente a metade do preço. Na Notino. Porque são exactamente a mesma coisa, mas com preços completamente diferentes. 

Para dar um exemplo, estamos a falar de uma Colgate que custa 1,20€ com 100ml quando por cá as embalagens têm 75ml e custam cerca de 2,50€. Ou uma Oral B com 100ml a 1,60€ quando no supermercado ao lado de casa custa cerca de 3€.

Fica a ideia para quem não sabia, mas o texto não é sobre isso.
É sobre a descoberta que fiz com a marca Marvis (com a qual só tenho relação de cliente).

Numa encomenda online de pastas de dentes (que faço logo umas quantas de uma vez), dei com uma Marvis Cinnamon Mint. Ora, eu não como pastilhas elásticas há anos, mas perguntei-me se seria semelhante às chiclets de canela que tanto gostava e fiz a encomenda para experimentar. 

Fiquei fã! A pasta de dentes é igual e maravilhosa!

O curioso é que coloquei a pasta de dentes de canela no meu copo e nem disse nada ao homem. Supostamente, ele não gosta nada de canela e por isso nem comentei com ele. Mas um dia apareceu a perguntar de onde era a nova pasta de dentes porque era muito boa. E eu olhar para ele à espera e me dizer a verdade...

Aparentemente, até quem não gosta de canela gosta das Marvis Cinnamon Mint!

Gostei tanto que procurei saber mais. Espreitei o site da marca que tem uma comunicação genial e acabei por encomendar mais variedades. As preferidas para preencher lugar num pódio, são:

Cinnamon Mint (encarnado)
Aquatic Mint (azul)
Orange Blossom Bloom (laranja)

Continuam a ser pastas de dentes de mentol, mas com um ligeiro "acabamento" que eu não sei como lhe chamar de outra forma, mas é "divertido" e estou cliente 




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20.1.21

O avô do João morreu. COVID-19 em minha casa. Não acontece só com os outros.

 


O avô do João morreu há dias. Uso esta frase logo para abrir o texto e motivar à sua leitura. 

Isto não acontece só aos outros. Na verdade, achei que tinha acabado de escrever sobre o tema depois do primeiro confinamento. 

Com o tempo, o grafitti que encontrei nesta parede passou a ser só isso mesmo, um grafitti. As pessoas habituaram-se a viver com o vírus e os números... bom, são números. Não são caras nem pessoas, excepto quando são os nossos a fazer parte da estatística. 

Não sou inocente, eu própria me habituei. Baixei a guarda algumas vezes, embora nunca tenha adoptado um comportamento irresponsável. Mas assim que a coisa começou a apertar com a chegada do inverno, aquela soltura que tinha em tempos de maior calor ficou para trás.

O avô do João tinha 90 anos. Não se sabe como foi contagiado, mas sabe-se que no Natal já estaria doente sem se saber. Houve quem lhe fizesse visitas, houve quem se enervasse e se desentendesse com isto de se fazerem visitas só porque é Natal e é perigoso, coisas de famílias...

O certo é que quem o visitou também levou o COVID-19 de presente para casa. E contaminaram as/os mulheres/maridos e a cadeia de contágio sempre a dar.

Isto não serve para apontar dedos que não adianta encontrar culpados, mas serve para dizer que é incrivelmente fácil ficar doente. Os sintomas começaram no fim do ano, agravaram-se, o teste deu positivo e foi uma ambulância buscá-lo a casa (com parte da família em isolamento e dias mais tarde, doente). Entrou no hospital pela mão de pessoas que não eram da sua família e morreu em 48h.

Sozinho.

Ficar infectado não acontece só aos outros. Esta é uma história próxima e triste que dá que pensar.


Não sei se já estive positiva. Olhando para trás, só desejo que sim!

No fim de setembro a Sirly ficou adoentada, com dores de cabeça, sem paladar e sem cheiro. Foi ao médico e foi-lhe diagnosticada uma sinusite. Torci o nariz, deixou-me hesitante, mas nem disse nada. Não sou médica nem tenho a mania, confiei. Continuou a trabalhar em minha casa, com proximidade diária, a mexer nas nossas coisas, a cozinhar para nós, a tomar conta da Carminho, a dar beijinhos na Carminho... até que o filho da Sirly ficou com febre uma semana depois sem razão aparente. Desconfiámos, fizeram teste e deu positivo.

Não culpo a Sirly de absolutamente nada, sei bem o risco que corria e fui eu que entendi que a vida tinha de continuar. Não mudaria as coisas se fosse agora.

Não se sabe onde foi contagiada, não conhecia ninguém doente, estima-se que tenha acontecido nos transportes públicos. Felizmente, para a ela e para o filho tudo foi tratado em casa sem nada de excepcional, mas esteve seis semanas sem sair, pois na altura aquela coisa de ter alta após 10 dias do início de sintomas ainda não estava em vigor.

Ficar infectado não acontece só aos outros.


Ainda em contexto de Natal, um primo que se casou foi pela primeira vez passar o Natal a casa da nova família. Os cunhados tinham COVID-19 sem saberem. Depois do Natal adoeceram, fizeram teste, deu positivo, avisaram o resto da família. O meu primo e a mulher foram tirar a dúvida e estavam positivos sem sintomas. Felizmente não fizeram contactos depois do Natal e ali se interrompeu a continuidade da cadeia de contágio.

Ficar infectado é incrivelmente fácil e não acontece só aos outros!


Chocou-me este fim-de-semana ver stories de actrizes conhecidas da TV a permanecer num parque infantil, a mostrar os seus filhos pendurados em baloiços e escorregas apinhados de outras crianças e pais lado a lado a conversar de forma animada. Chocou-me ver stories das pessoas populares deste país, influencers da vida, em festas com amigos, as suas conversas que acabaram em printscreens divulgados em grupos de WhatsApp a convencerem-se uns aos outros, a planear como contornar a polícia depois da hora de recolhimento obrigatório, a usarem como argumentação para os hesitantes: "a Maria só teve umas dores de cabeça e perdeu o cheiro". Um nojo, gente com ar na cabeça. Como se o vírus precisasse de mais esclarecimentos quanto ao facto de ser uma roleta russa: o que me toca a mim pode não ser o que acontece contigo.

Esta malta irresponsável e os "médicos das redes sociais", argumentam que a taxa de mortalidade é mínima, mas esta taxa de mortalidade, a estatística, vai sendo calculada com capacidade de atendimento hospitalar do momento. Em suma, deixando de existir hospitais, matemática pura, a taxa de mortalidade não será assim tão pequenina. Fora as sequelas, pois nem tudo é morte, mas pode ser uma vida sem qualidade.

É que uma grande fatia passa pela doença sem sintomas, mas não se esqueçam que cerca de 20% dos infectados precisam de cuidados hospitalares. Em linguagem simples, se somos 10 milhões, se todos ficamos infectados, acreditam que o SNS tem capacidade para atender cerca de 2 milhões de doentes quase em simultâneo?

Sem travões ao COVID-19, nenhum sistema de saúde do mundo tem capacidade para atender 20% da população, não é Portugal que é o bicho-papão. 


Andam a contar mortos de COVID-19, mas há nove dias seguidos que em Portugal morrem mais de 600 pessoas por dia! Isto devia ser tema para a comunicação social abrir telejornais!

O que é que isto significa? Que mesmo quem não tem COVID-19 está também a morrer porque não há capacidade de atendimento. E porque as camas não-covid estão a ser retiradas para covid.

É que até para os negacionistas e destemidos, o problema já não é só fazer parte dos números, neste momento ninguém pode pensar sequer em ter um acidente, cair das escadas, cortar um dedo, ter um enfarte ou um AVC.

Há 9 dias seguidos que em Portugal morrem mais de 600 pessoas por dia, mas desde 2009 só por duas vezes (em dias diferentes, em 2017 e 2018) se tinha ultrapassado a barreira das 500 mortes num só dia. Isto chega para explicar o caos em que nos encontramos?

A fonte desta informação é o Nelson Pereira, médico na linha da frente, de quem sigo os conteúdos com atenção. Este é o homem que vão querer ler para perceber o andamento das coisas. Conheci-o tinha eu uns 26 anos (acho), trabalhávamos no mesmo sítio, é um profissional admirável e de uma gigantesca capacidade de trabalho. Confio plenamente na palavra dele.

De quem é a culpa do estado em que estamos? Não consigo atirar culpas a um governo que tem falhas como têm todos. Não faltava informação a ninguém, a culpa está em cada um de nós. Mas sobre esse assunto recomendo a leitura deste artigo de opinião do meu amigo Pedro Coelho dos Santos que é muito esclarecedor.

Metam-se em casa e não desanimem. Se todos colaborarmos, é mais um mês disto e logo se começará a respirar melhor. Quanto mais rápido, menos se sacrificam os empregos e a economia já de gatas. 

Tornem o tempo em casa útil, há sempre tantas coisas para fazer! E podemos estar uns com os outros na mesma, online. Os laços não se perdem.

Amanhã, dia 21JAN, o cerco vai apertar para tornar as coisas mais sérias para se alinhar com quem compreende a situação e obrigar quem ainda não compreendeu.

Godspeed! 


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15.1.21

Sopa de feijão branco com pimentos


Ai, riquezas! Com este frio temos de aquecer a alma com uma sopa. E é da minha mãe que tem tanto de delícia como de invulgar. Diria que é uma sopa com sabores de Espanha, é raro fazer, mas gosto muito.

4 cebolas 
4 tomates maduros
3 courgettes
1 nabo
3 cenouras
1 frasco de vidro de feijão branco (ou uma lata das pequenas)
1/2 frasco de pimentos do LIDL
azeite
sal

Refogar as cebolas com um fio de azeite até ficarem douradas. Adicionar as cenouras, o nabo, o tomate, as courgettes descascadas e cortadas em cubos. Mexer bem e acrescentar o feijão com toda a sua água. Adicionar água a ferver, quantidade a olho.

Deixar cozer cerca de 15 a 20 minutos. Desligar o lume e deixar repousar mais 30 minutos com a panela tapada. 

Bater muito bem com a varinha mágica e adicionar sal a gosto.

Em seguida, tirar os pimentos do frasco, escorrer bem, lavar em água fria, cortar em tiras fininhas e acrescentar à panela de sopa. Atenção que os pimentos têm um travo a pickles, devem ficar bem lavados para o sabor não ser tão forte. 

Enjoy!


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4.1.21

Há um segredo para ter unhas impecáveis: top coat


Sou eu que arranjo as minhas unhas, poucas vezes na vida fiz uma manicure profissional. Não vejo necessidade nenhuma, é (para mim) dinheiro mal gasto e sou da opinião que treino e bons produtos fazem o trabalho.

Creio que comecei a pintar as unhas com uns 13 anos. Comecei por verniz transparente, depois passei ao branco leitoso e mais tarde arrisquei nas cores. Desde muito jovem fiz gosto em ter unhas impecáveis, lembro-me de passar tardes com as amigas e arranjarmos as unhas umas às outras com os produtos das suas mães.

Com o tempo aperfeiçoou-se a técnica e a descoberta dos melhores produtos.

O segredo para ter unhas impecáveis uma semana inteira é usar um top coat de excelente qualidade. Honestamente, eu diria que sem top coat nem vale a pena pintar as unhas, vão durar um par de dias (se tanto).

Além da durabilidade, um bom top coat protege as unhas de marcas. Eu pinto as unhas sempre à noite, quando a minha filha já está a dormir, mas se não usasse um top coat era certo que no dia seguinte ia acordar com os vincos dos lençóis todos marcados nas unhas. Nem pensar, com um top coat de qualidade deixo secar as unhas 30 minutos e posso ir para a cama descansada.

Há muitos anos usava um top coat da MAC (cerca de 15€), mas a marca descontinuou os produtos de unhas, o top coat desapareceu do mercado e foi quase um pânico. Usei o blogue para saber como me iria safar e uma leitora recomendou-me o top coat da Sally Hansen, o Mega Shine. 

Nunca tinha ouvido falar nesta marca, creio que tem muito pouca expressão em Portugal, mas arrisquei. Comprei no El Corte Inglés (o sítio mais caro que já vi este produto) e foi a luz! Não só é um excelente top coat como considerei ainda melhor que o falecido top coat da MAC. Fiquei cliente para o resto da vida.

Entretanto, descobri-o nos EUA, comprei muito mais barato. E depois, ainda mais barato, descobri na Notino e é onde costumo encomendar (cerca de 8€). Riquezas, se se preocupam em fazer durar as unhas em bom estado, isto é dinheiro bem gasto.

Podem encontrar o Mega Shine da Sally Hansen no link. Em alternativa, existe o Insta Dri que deve ser muito semelhante (cerca de 9€), o nome convence-me e vou pedir numa próxima encomenda. Tudo o que é desta marca é bom! Também tenho o Double Duty para fazer de base, serve de cobertura, mas nunca experimentei como top coat.

Outra alternativa, mais barata e por recomendação de outra leitora (eu tenho em atenção o que me escrevem), é o top coat da Catrice, de nome Sleep Proof Top Coat. O preço é muito mais em conta, 3,50€ e só o nome do top coat já apetece experimentar! Testei e gostei. Acho muito semelhante, cumpre o trabalho. O senão é que com este top coat o verniz custa mais a tirar.

Em tempos idos, experimentei um top coat da Essie que, não sendo péssimo, não era excelente, não deu vontade de repetir e acho que já nem existe no mercado. Está na minha caixa de vernizes à espera de destino. Entretanto saíram novidades e existe um novo chamado Speed Setter, está também na minha lista para experimentar. 

Quanto a vernizes de unhas os meus preferidos são os da Kiko Milano e, curiosamente, não deve haver mais barato no mercado. Adoro a qualidade e quantidade de cores, mas ando sempre nos encarnados.


À parte de um top coat muito bom, para ter unhas impecáveis precisam de:

• Paciência e treino. Sim, também se consegue pintar com a mão esquerda.

• Unhas curtas com cerca de 1mm ajuda a manter o verniz impecável. Não gosto nada de unhas compridas. Sorry, não vejo elegância ou sentido prático nisso. Nem higiene.

• Bom corta-unhas, lima, esponja de polir a superfície da unha.

• Afastar e cortar cutículas apenas depois de um banho.

• Aplicar uma camada de base + duas camadas de verniz + uma boa camada de top coat.

  Esperar 30 minutos (ou mais) e ir dormir.

• Pintar as unhas à noite. Mesmo quando o verniz passa fora da unha, não mexo, deixo secar e no dia seguinte, no duche, esfrego as unhas com sabão e uma esponja. O verniz que fica fora da unha sai com facilidade. Se for preciso, depois de sair do banho elimino restos que ficaram colados à pele com um removedor de cutículas.

• Usar creme de mãos para as manter hidratadas. 

E é isto, parece complicado, mas tendo os produtos certos e ganhando hábito, isto faz-se nas calmas todas as semanas enquanto a cria dorme e se vê mais um episódio de uma série.




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1.1.21

HAPPY B-DAY TO ME!

 


É o meu aniversário! 42, WOW... 

É imenso, não me sinto com esta idade. No fundo sou uma miúda!



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© A Maçã de Eva

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