17.6.16

As melhores almofadas de praia são nacionais!





Acho que as almofadas de praia mais conhecidas, as CAIA, dispensam apresentações. Mas para quem não conhece, foi uma grande ideia e andam sempre de mãos dadas com as minhas toalhas de praia. 

A CAIA é uma marca portuguesa, começou neste pequeno país de sol simpático e já vai em Espanha, Austrália, Brasil, Dubai, Singapura, Angola e Canadá. 

Este ano apresenta a quinta colecção e todos os anos a marca traz algo de novo. Este ano, são as bolsinhas para guardar telemóveis, cremes, documentos, o que entendermos que é preciso guardar. 

Já lá vai o tempo das almofadas insufláveis ou aquelas lonas em forma de X que nos davam cabo do pescoço. Tenho almofadas CAIA há mais de três anos e continuam impecáveis, é um bom investimento.

Sobretudo para quem faz anos no verão, tem sido um presente de aniversário sempre certeiro, quer seja homem quer seja mulher, basta escolher o padrão mais feminino ou masculino. E se acham que os homens não vão nisto, até o PAM se rendeu rapidamente. Antes de cada vez que ia à água quando voltava já não tinha a CAIA na tolha, mas agora que já tem uma almofasa para ele e acabaram-se as fitas.

Com padrões exclusivos, os tecidos de algodão plastificado são de excelente qualidade, as costuras são boas, o tamanho e enchimento é exactamente aquilo que precisamos na praia. Não entra água, não descolora, não desbota para a toalha, pode cair protector solar, pingos de gelado, creme das bolas de berlim, é só limpar e fica como nova.

Deixo uma selecção das minhas CAIA preferidas, podem encomendar online aqui e receber o embrulho no conforto do lar, sem chatices e sem terem de sair de casa.

As imagens de cima são as minhas preferidas, por motivos óbvios: têm a folha que faz o logo da minha marca de fatos de banho, a Costela de Adão. Foi amor à primeira vista!

Sou fã da Caia e gosto imenso da Inês que é sempre tão disponível para mim.








As almofadas CAIA vendem-se AQUI, o preço é de 24€ (e dura mesmo uma vida). 

Depois de uma ida à praia com uma desta almofadas, garanto que não a vão dispensar mais. Acabem com os montinhos de areia debaixo da toalha, isso deixa o cérebro dormente e a fazer picos!

Para quem gosta de se inspirar em negócios portugueses e de sucesso, recomendo que vejam este vídeo sobre a marca.

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16.6.16

Tartar-ia: podia comer ali todos os dias



A Tartar-ia fica no Mercado da Ribeira em Lisboa. Descobri este espaço por acaso, ou melhor, quem o descobriu foi o PAM. 

Num espaço com tanta oferta, temos de reconhecer que nem sempre é fácil "deixar entrar" uma novidade na lista de experimentações, quando já conhecemos o que é bom. Mas sem isso, também ficam por descobrir surpresas.

Já não me lembro quando foi, num qualquer jantar, eu fui para um lado pedir a minha refeição, ele para outro e encontramo-nos numa mesa. Quando cheguei, fiquei logo de olhos vidrados no prato dele. E quando provei, arrependi-me de não o ter acompanhado. 

Não há palavras para o bom que são estes tártaros, para a sensação de "não faço ideia o que está neste prato mas é explosivo", para algo que é impossível de fazer em casa, para uma refeição tão boa que nos perdura na memória e estamos sempre com vontade de voltar.

Depois disso, sempre que voltamos ao Mercado da Ribeira, é ali que comemos. Até à data, a Tartar-ia deixou-nos completamente fechados à possibilidade de experimentar coisas novas.

Suspeito que podia comer comida crua a vida inteira. E tenho a certeza que podia dormir ali ao lado do frigorífico, alimentar-me ao almoço e ao jantar, não fazia fitas.

Temos escolhido sempre o tártaro de salmão de 150gr., mas já experimentei o bife tártaro (acompanhado por um espuma de puré de outro mundo, nem sei o que continha), também muito bom, mas o peixe cru bate forte cá dentro e sou muito fã de nabo (?) em fios.

É divinal, imperdível, só tenho pena que não seja mais barato e estaríamos por lá sempre à abertura de portas. Por dois pratos iguais ao da imagem, uma refeição light, e um copo de vinho branco, pagámos 31,50€. 

Recomendo vivamente.


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© A Maçã de Eva

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