12.8.16

Calcanhares ásperos e com peles: encontrei a solução!


Se ainda não foram de férias, passem por uma farmácia para comprar este produto. Se estão de férias, passem por uma farmácia para comprar este produto.

Se no inverno tenho os calcanhares impecáveis sem lhes dar grandes cuidados, o mesmo não posso dizer que aconteça no verão. Logo que entra o uso das sandálias começam a ficar, secos, gretados, ásperos e cheios de peles. Em alturas mais descuidadas, sinto que sou capaz de tirar a pele às pernas se raspar com os calcanhares.

Pedra pomes da Body Shop


Continuo a usar a pedra pomes preferida, da Body Shop. Em toda a minha vida de adulta devo ter comprado duas ou três, isto dura anos e anos e anos, é impressionante. Creio que custa cerca de 6€, mas não tenho a certeza absoluta.

A juntar à pedra pomes, até este verão hidratava os pés com body butter que colocava à noite para no dia seguinte os pés estarem secos (de óleos), hidratados e com bom aspecto, mesmo depois do banho.

Mas há uns tempos, quando fui convidada para fazer compras no aeroporto, entrei na farmácia e descobri por acaso um produto específico para calcanhares que nem sabia que existia. Era da marca ISDIN que este ano conquistou as minhas preferências depois de experimentar os produtos solares e de me terem dado o melhor protector solar de rosto de sempre (texto aqui), portanto a confiança estava garantida. Li a informação da embalagem, convenceu-me, comprei o Ureadin Podos Gel Oil para experimentar e paguei cerca de 16€. As farmácias de aeroporto podem ser mais caras em alguns produtos, pelo que não sei se numa farmácia normal o preço é mais baixo.

Comecei a usar e eu garanto que isto é uma revelação. Não me ofereceram o produto, paguei-o, a marca não falou comigo, isto é mesmo uma coisa excepcional para os pés que eu tinha de dividir.

Durante 15 dias usei de manhã e à noite, muito pouca quantidade, espalha tão bem que não se usa quase nada, zero gordura, dá para calçar sapatos logo a seguir e os pés, bom, nunca os tive tão impecáveis. O body butter é para esquecer, isto é o creme para os pés!

A seguir a essa quinzena falhei várias vezes e os pés continuaram bem. Quando comecei a falhar demais, os pés também começaram a voltar ao que era, pelo que também não podemos estar à espera de seguir as recomendações da embalagem, depois abandonar completamente e esperar os mesmos resultados. Voltei ao uso habitual, voltaram a ficar impecáveis.

Com as quantidades mínimas que se usa, creio que esta embalagem me vai durar mais de um ano. Tenho-a na mesa de cabeceira e vou colocando todas as noites que me lembro e quase todas as manhãs.

Para mim foi absolutamente revolucionário, não podia recomendar mais. Se tinham os mesmos dramas que eu com o uso de sandálias, experimentem e depois digam-me.

Mais sobre cuidados de pés, lembro este texto que escrevi há tempos (quando ainda recomendava body butter).


Este post NÃO FOI encomendado pela marca.


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26.7.16

"Knock, knock!"

Creio que todos os portugueses são familiares aos nomes "Operação Paelha", "Operação Remédio Santo", "Apito Dourado", entre outros nomes que designaram grandes investigações da Polícia Judiciária. Não entrando propriamente no mundo da investigação, estou a preparar-me para o mundo da "lição", começando a estudar a hipótese de dar início à "Operação Cirque du Soleil".

Com estes dias de verão, eu e o PAM, em dias que podemos, temos tirado algumas manhãs para dormir e acordar sem a música do despertador. Só que algumas vezes isso acontece nos dias em que a senhora que nos limpa o lar aparece em casa. Então, acordamos com as chaves, a porta a abrir e os ruídos a que o trabalho de limpeza obriga.

Até aqui tudo normal.

E nós, nos dias em que podemos, na cama nos mantemos apesar de acordados, umas vezes a ver as notícias nos telemóveis ainda no escuro, outras vezes a descansar os olhos no escuro à espera que a energia desça para nos levantarmos da cama e à vezes nem o PAM está e sou eu que estou sozinha na cama e no quarto.

E há coisa de uns dois meses começou a dar-se um fenómeno que me irrita profundamente: como temos o cesto de roupa suja no closet (que é dentro do quarto) e estando os estores para baixo, a senhora que limpa a casa parte do princípio que estamos a dormir profundamente, não bate à porta e entra no quarto abrindo a porta de mansinho, vai buscar cesto para lavar e sai de mansinho novamente.

E da primeira vez incomodou-me, mas uma pessoa não vai implicar por um esquecimento no meio do escuro. Da segunda começo a perguntar-me o que se passa. Da quinta em diante de cada vez que a porta se abre sem o "knock, knock" até me fervem as costas e percebo que se tornou um hábito.

Eu percebo a intenção que é achar que estamos num sono profundo e não querer acordar-nos, como se fosse possível. Mas depois penso na equação "quarto de casal + onde dorme um casal + onde casal está às escuras + quarto silencioso + privacidade", se calhar não era mal pensado desistir na boa intenção de "deixar dormir" e jogar pelo seguro.

Nunca interrompeu nada, nunca apanhou nada, nunca viu nada, nunca houve nenhuma situação chata, mas isto provoca-me calores nas costas. E causa-me constrangimento ter de ensinar uma coisa básica a um adulto, sem falar na falta de paciência que me invade para coisas elementares e pouca disposição para a chatice. Sou uma pessoa pela paz.

Então, queria preparar a "Operação Cirque du Soleil". Esta semana pretendo começar em treinos para esta posição para a qual seremos apanhados em "flagrante". O objectivo é matar a senhora de vergonha e nunca mais ter coragem de entrar numa divisão de porta fechada onde nos encontremos, pelo menos sem bater à porta.

Espero que o PAM alinhe, senão terei de rasgar as cuecas ao homem e deixá-lo em pelota nano-segundos antes de a senhora entrar no quarto de mansinho, sem bater à porta, pela quinquagésima vez.


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© A Maçã de Eva

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