15.3.18

Happy New Year 2018! – parte 2


Happy New Year 2018! – parte 1, ver aqui.


Mas as resoluções de ano novo não podem ser apenas profissionais. A minha lista de mudanças pessoais é longa porque fui sempre adiando o que queria fazer. Deixei-me ficar para trás em nome de outras coisas. Não há amarguras nisto, não creio que tenha sido má opção, mas o equilíbrio é a opção mais saudável e não posso ser uma workaholic a vida inteira. Eu também conto.

Depois das últimas decisões de trabalho (há ainda tanto por contar!), 2018 é o ano em que vou tomar conta de mim e fazer coisas que sempre quis.

Depois de ter a Carmencita, acho que envelheci imenso, assim quase da noite para o dia. Mesmo, olho ao espelho e não sou a mesma. Não quero parecer ter 20 anos outra vez, mas dá para envelhecer com bom aspecto?

Maminhas e rinoplastia, já foram as cirurgias agora que vos escrevo! Vou deixar este assunto para outros posts, estou em casa em recuperação, mas posso garantir que estou a adorar. Já sei que toda a gente quer o contacto do Dr. João Martins, podem consultar aqui a página web, aqui o FB ou aqui o Instagram. Costuma ter umas imagens giras. Mas, tudo sobre esta primeira fase das cirurgias que queria fazer, noutros posts (sim, porque ainda existe uma segunda fase. É só de detalhes e sem anestesia geral, nada de especial!).

Dentes e branqueamento. Uma das melhores decisões que tomei na vida foi alinhar os dentes com aparelho fixo (ver aqui). O único arrependimento foi não tê-lo feito antes, perdi tempo. Desde então, sou muito vaidosa dos meus dentes e ando há que tempos para fazer um branqueamento. Já tratei de fazer as moldeiras, já tenho o produto em casa, só falta começar! São uns 15 dias com 1,5h ou 2h com os moldes, nada de especial. Como estou em recuperação da cirurgia plástica, vou esperar mais uns dias.

Mas isto de alinhar os dentes tem que se lhe diga. Tenho um dente que nunca teve a mesma espessura no seu todo. Se o vir a um espelho por baixo ele tem uma forma triangular, está direito se olhar por dentro da boca, mas é meio desalinhado se vir de fora. Foi algo que devia ter pedido quando tirei o aparelho, que me “entortassem” o dente. E logo que se tira um aparelho os dentes querem voltar à sua posição original, pelo que usar contenção é obrigatório para o sucesso do tratamento. Como no meu caso não é possível aplicar uma contenção fixa na arcada superior (queria tanto!), tenho de usar contenção amovível e se me esqueço uns dias, os dentes querem logo retomar a sua posição original.

Então, naquele dente e só naquele dente, há uma pequena alteração de posição. Mínima, mas falei nisso e na última revisão a Dra. Rute Mendes disse que se quisesse, o Invisalign tratava do assunto em  cerca de 3 meses, pelo que fiquei a pensar. Já agora ficava com tudo mesmo perfeitinho. Estou a pensar nisso!

Porque já sei que perguntam, a exímia Dra. Rute Mendes, responsável pelos meus maravilhosos dentes, trabalha na LISCLINIC em Lisboa, aqui.

Peeling e laser anti-manchas. Outras das coisas que queria fazer era acabar com as manchas no rosto. A sério, este assunto tem-me comido por dentro. Comecei a fazer peelings suaves na CM Clinicas aqui por recomendação de uma amiga e adorei! Ainda só fiz dois, mas a pele fica de facto diferente e comecei a sair de casa sem aplicar qualquer maquilhagem. A pele fica mais uniforme, como se colocasse um BB Cream, estou fã, quero fazer mais dois este ano e depois fazer manutenções anuais. Além disso, para as manchas mais profundas e que o peeling já não me salva, queria tentar laser anti-manchas. Alguém tem recomendações para dar?

Regressar às massagens de drenagem linfática com a Patrícia que já me fez mais de 200 massagens. Estou há uns cinco anos com ela e ela com tantas leitoras! Um dia publiquei um texto sobre as minhas massagens drenantes e relaxantes, 1H30 de puro prazer aos preços de antigamente, pediram-me o contacto e de repente passei a ter dificuldades em agendar as minhas massagens! É assim de bom, quase me "prejudicou", mas eu gosto de dar trabalho a quem merece, portanto, a quem procura e ligar ou enviar SMS 927 352 820.

Voltar ao ginásio! Fui uma mula durante muito tempo, sempre a pagar a mensalidade e sem meter lá os pés. Sempre a aumentar a massa gorda, a precisar de ter juízo e para de colocar sempre o trabalho à frente. Em Fevereiro comecei, agora fiz as cirurgias plásticas e tenho de parar, mas em Maio recomeço e vou perder os 4Kg de gordura que arrasto no lombo sem os querer para mim. Me aguardem!

Aprender a comer mais vegetariano. Não me perguntem o motivo, não sei. Cada vez me apetece comer menos carne, mais legumes, mais peixe. Adoro sopas e pratos cheios de legumes, saladas de encher o olho, tenho feito uma lasagna de hummus extraordinária. Mas sei pouco sobre receitas vegetarianas. Quem quiser partilhar páginas online ou livros interessantes com receitas boas e úteis, sem me obrigar a ir buscar ervas lá para trás do sol posto, agradeço.

Viagens com tranquilidade. Cancelei um regresso à Tailândia em Novembro de 2017, passei para Fevereiro de 2018 e novamente senti que tinha de cancelar. Isto obrigou o PAM a ter de passar as suas férias em casa e nunca mais quero que aconteça. Não por trabalho! Vá lá que há dias fizemos uma escapadinha ao Rio de Janeiro que nos soube pela vida, namorámos muito, foi muito bom. Adoro estes momentos.

Apostar no blogue. Eu sei, estou a dizer isto há décadas, mas se não tinha tempo para tudo o que queria fazer nas minhas marcas que são o meu ganha-pão, imaginem a dificuldade de me dedicar ao blogue! O objectivo é voltar aos posts regulares (têm notado o meu esforço?) aumentar a qualidade da fotografia, profissional, com maquilhadora a sério, espaços a sério, imagem em bom, chega de amadorismo. Não é que não goste do registo actual, simples e natural, apenas acho que poderia dar mais. Ainda é só uma ideia, não estou 100% convencida, pois não sou modelo e não tenho aspirações a isso, mas gostava de tentar entrar num mundo mais moda, mais coisas bonitas e menos a selfie no elevador de casa para mostrar os trapinhos que os xuxus gostam.

Apostar no blogue não é entregar-me à publicidade de forma cega. Isto não é a minha fonte de rendimento, não quero que seja, serei sempre eu a escolher o que publico, o que recomendo e não há lugar a recomendações compradas. A seriedade e honestidade do que construí aqui não tem preço. Todos temos um preço é verdade, mas para o blogue não o encontrei e também não estou à procura.

Casa pronta. Catano, cheguei a esta linha até fechei os olhos e suspirei! Levei anos, anos!, a tentar ter uma casa mais parecida connosco do que com o PAM. Foi uma luta de quase uma década, mas lá fui vingando. O problema é que alterei várias divisões ao mesmo tempo, passou um ano e entre tapetes novos, sofás, cortinas, escritório, quarto da cria, casa de banho, etc, não tenho nenhuma divisão completamente concluída. Mas 2018 vai ser o ano!

Há novos móveis na sala, os tapetes estão a caminho, já escolhi a cor dos novos sofás, o Chesterfield em pele para o quarto vai chegar, já descobri o que quero para os WC de apoio, o quarto da Carmencita está em acabamentos (e também com tapete novo!), temos nova mesa de jantar, novas cadeiras para a mesa de jantar, já convenci o homem a um prazo para se livrar do aquário grande em substituição de uma peça de arte, aaaah... tem sido um work in progress que nunca mais acaba!

Daqui a cerca de nove meses vou entrar nos 40, mas vou entrar organizada e enxuta, mais leve e mais disponível para a vida. Daqui a 30 anos eu tenho de olhar para trás e sentir que houve um bom equilíbrio entre mim, a vida familiar, a filha (ou filhos, eu sei lá ainda), o marido e o trabalho. Preciso disto para saber que vai ser ou foi uma boa vida, como quis que fosse e não como as coisas obrigaram a que fosse, parando de me arrastar em alguns aspectos ou estar sempre a adiar tanta coisa.

Há uma frase que gosto muito e que diz “you will never have this day again, so make it count”. Acredito que os objectivos não se atingem sem trabalho árduo (e retrocessos) e que há um lado da nossa sorte que se constrói. Vamos lá ver se consigo fazer isto tudo até ao próximo aniversário e manter um registo saudável de equilíbrio na vida.

Então e os 40, são mesmo os novos 30? Wish me luck!


Importa dizer que em todas as recomendações que faço no post, sou cliente e pago como as outras pessoas. Sinto-me um bocadinho repetitiva em afirmar que tudo o que publico no blogue é porque sou verdadeira consumidora, mas tenho receio de ser interpretada como a maioria das pessoas olha para os blogues de hoje em dia. Sou cliente como outras pessoas, apenas partilho. O blogue não é a minha fonte de rendimento.




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14.3.18

Happy New Year 2018! – parte 1


Feliz ano novo! Weee!

Ainda estamos no primeiro trimestre do ano, vou a tempo de resoluções de ano novo? Queiram perdoar este enorme atraso, mas agendei na minha cabeça um post sobre os meus desejos para 2018 e não havia meio de o publicar.

Tempo, ter tempo, torna-se um óbvio objectivo para este ano. É das coisas que mais preciso e aliás escrevo este texto no avião a caminho do Rio de Janeiro porque não me é possível trabalhar noutras coisas sem ter acesso à net. Em suma, é evidente que para poder dedicar-me a algumas coisas, só mesmo forçada, como agora.

Nos últimos meses, ter tido a Carminho tem-me feito pensar muito no que quero para agora e para amanhã. Que futuro estou a cultivar? Apesar de já ter uma boa equipa nos meus negócios, sinto que estou sempre a trabalhar. Quando a Sirly vai embora ao final do dia, fico com a miúda, às vezes a olhar para o relógio para ver quanto falta para se deixar dormir. O cúmulo foi no primeiro aniversário dela, estar pronta para sair de casa e jantar com o avô dela, e pensar que precisava tanto de estar a trabalhar.

Isto não faz sentido. E o tempo passa rápido. Juro que passa. Se antes de ter filhos achava que o tempo passava rápido com colecções de verão e de inverno a sair umas atrás das outras, agora com a Carminho parece que entrou em modo turbo. Ela está tão gira, numa fase tão querida, sou mesmo da opinião de que os bebés deviam chegar mais ou menos com 10 meses ou um ano. E sabendo que o tempo passa a correr, que agora é que começa a ser giro, que logo que entrem na escolaridade obrigatória ficam parvos, o que é que eu vou aproveitar?

Preciso de tempo, somei negócios, nunca guardo arrependimentos, mas a verdade é que isto já é muita coisa e eu quero poder trabalhar durante o dia, não pegar no computador à noite, não trabalhar de madrugada, não cancelar férias nem viagens, deixar de ter vida social a pensar que tinha era de estar a trabalhar. Se acontecer, que seja excepção e não um hábito quase diário, como tem sido.

Sempre disse que a ROS LISBON era a menina dos meus olhos, o meu primeiro negócio. Tinha-lhe um desmedido sentimento de posse, mas quando à falta de tempo se soma um ciclo vicioso de não conseguir fazer tudo, viver com atrasos, nervos e ansiedade, ser menos produtiva porque não está a correr tudo dentro dos planos – e oh!, se os negócios têm imprevistos! – temos de parar para pensar. E suspirar. E pedir opiniões às pessoas de quem gostamos e cujo raciocínio valorizamos.

A sensatez é imperativa para quem tem negócios. É preciso olhar para dentro e conhecer os nossos limites. Com o crescimento da minha marca de sapatos, comecei a chegar a um ponto que não conseguia acompanhar. E então fiz uma coisa que me custou horrores, mas custou mais pensar do que decidir, porque foi uma ideia bem amadurecida: vendi metade da ROS LISBON.

Se me dissessem que um dia iria fazer isto, gritaria “NUNCA!”. Mas estou muito em paz com a decisão e até contente. Acho que vai ser uma boa aposta.

Metade da ROS LISBON é agora também do JC, que já é meu sócio na ROS Beachwear e no The LOFT, um gestor de mão cheia, com quem me entendo perfeitamente, que trabalha como eu e juntos já levamos um historial de empreendedorismo com alguns anos que têm chegado para provar que nos entendemos. Grande profissional de gestão e finanças, não quereria vender metade da minha marca a nenhuma outra pessoa.

Isto vai permitir ter duas pessoas focadas a lutar pelo mesmo, vai permitir-me abrir mão de ter de gerir uma equipa (não é o meu forte), vai permitir-me concentrar-me no que realmente gosto de fazer, pesquisar materiais, fornecedores/fabricantes, ter ideias e construir colecções. O processo criativo é que é giro, é todo meu. O resto, finanças em geral, páginas excel, gestão de colaboradores, stocks, passo ao JC, obrigadinha.

Nada temam, a marca continuará igual, continuo a escolher materiais e modelos, o JC não terá mão nesse processo. Quer dizer, continuará igual mais ou menos. O bom disto é que passa a haver mais força de trabalho, a marca ROS vai crescer, vai tornar-se maior e mais completa, vêm aí novidades do catano! Mas mesmo!


Happy New Year 2018! – parte 2, aqui.



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© A Maçã de Eva

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