27.11.18

O vestido que levei ao último casamento (e que toda a mulher quer)




Vestido ZARA 8516/552/830, 39,95€
Brincos CATA VASSALO aqui
Sapatos ROS Lisbon (antigos)
Mala PURIFICACIÓN GARCIA (antiga)


Ah, o que eu penei para encontrar um vestido para este casamento!

Não me faltam vestidos no closet, mas casamentos de inverno não são o meu forte. Ainda mais a meio de Novembro, uma altura em que não se adivinha se vai estar um dia lindo de sol, se chove a potes, se está um frio de rachar, se está uma temperatura amena, é uma lotaria.

Desde o verão fui fazendo planos, fui pesquisando lojas, mas sentia que era tudo muito nhé... Havia soluções, mas nada que eu quisesse mesmo muito, muito.

Já tinha um plano A, um plano B, sempre sem sentir que era aquilo que queria vestir, quando a uma semana da festa entrei numa ZARA e dei com o vestido que é a minha cara, aquilo que eu queria sem saber, cheio de ares Gatsby, sem ser totalmente preto, solto (uma pessoa está com má figura mas ainda assim quer continuar a comer), nem comprido nem curto e a um nice price de 39,95€. Ah, isto nem encomendado! Problema: tão em cima da festa tinha o risco de encontrar outras pessoas de igual. A minha máxima é sempre comprar quando se gosta (de preferência aproveitando promoções) e aguardar porque uma festa há-de chegar no tempo. Ainda assim, eu queria mesmo ficar com o vestido, comprei-o na mesma, pedi à noiva para investigar se haveria convidadas de igual, o caminho parecia livre e arrisquei. Correu bem, não me cruzei com nenhuma "gémea".

Quando encontrei o vestido na ZARA ainda nem existia online, devia ter acabado de chegar às lojas e a um preço destes eu sabia que não ia durar muito. Dias depois apareceu online, esgotou num ápice mas ainda sobravam algumas unidades em lojas espalhadas pelo país. A referência é 8516/552/830, comprei um M que equivale a um perfeito 38. Tentem a vossa sorte, mas nunca mais a peça apareceu online ou vi em loja. Uma pessoa podia ter feito negócio disto! A ZARA bem podia reeditar o modelito em cores de verão. Já o imagino em coral ou amarelo, comprava logo.

Dias depois da compra passei pelo Mercadito da Carlota e encontrei os brincos da CATA VASSALO. Até me saltavam os olhos, faziam um perfeito casamento com o vestido, fiquei obcecada. Aliás, eu nem sabia que a marca tinha brincos, só conhecia pelas maravilhosas peças de cabelo (mas de sonho, mesmo) que podem ver aqui. Fiquei a pensar nos brincos, fui ao atelier e queria levar a colecção comigo. Tudo de um bom gosto e tão a ver comigo, foi uma fabulosa surpresa. Dá gosto encontrar marcas assim com que nos identificamos tanto.

Este foi o modelo que usei no casamento, mas este, quase igual com a diferença de uma pedra, estavam esgotados e ficaram-me na cabeça. Estou agora gamadona nestes, à espera de reposição. Farei um post dedicado ao que encontrei nesta marca, as peças dão excelentes presentes de Natal (ou auto-presentes, que também merecemos), são intemporais, fiquei fã, fã.

Quanto aos sapatos VALENTINA da ROS Lisbon, logo na festa já choviam mensagens no Instagram para repetir o modelo, mas tenho dúvidas. Eu adoro o modelo, sou altamente suspeita (tenho preto, azul bebé, amarelo e nude), são de um conforto ímpar, nunca sinto necessidade de me descalçar nem mesmo quando já saí da festa e estou a caminho de casa. Quem tem o modelo confirma que são os sapatos de festa mais confortáveis de sempre, mas não sei se já estão muito vistos. Fico na dúvida. Além disso, este modelo é Made in Brasil (nunca encontrei quem me fizesse o modelo por terras lusas em condições) e para 2019 já não é possível, a colecção já arrancou. Talvez para 2020 pense nisso, não percam a esperança. Ainda assim, existe um resto da versão azul em outlet, aqui.

Se avistarem o vestido da ZARA, agarrem-no! É mesmo uma peça a não perder.









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13.11.18

Escolher biberons para a Carmencita



Quando fiquei grávida da Carminho os biberons fizeram parte da lista de compras para o bebé. Eu queria dar de mamar, escrevi sobre isso aqui, mas estava com expectativas muito tranquilas: se funcionasse, óptimo para as duas. Se achasse que não queria, tranquilamente optaria por leite de fórmula.

Para quem nunca teve um bebé a oferta pode parecer confusa: há biberons muito pequeninos e outros grandes, há de vidro, há de plástico, há tetinas de várias formas, feitios e materiais, marcas que nunca mais acabam… pode ser um processo de escolha moroso.

Comigo foi simples e nem procurei outras opções: escolhi a marca que resultou com os bebés da minha irmã, uma gama que se chama “natural” e que tem o objectivo de ser o mais parecido com a amamentação. Aproveitei uma promoção, comprei três biberons, tetinas de silicone de vários furos para ir mudando ao longo do crescimento, fiquei com o esterilizador da minha irmã e estava pronta para que a Carmencita nascesse.

Li em alguns espaços de maternidade que recomendam ter seis biberons, eu tinha três, mais tarde comprei outro e nunca senti que precisasse de mais. Ainda hoje usa os mesmos biberons todos os dias e não há manhã sem NAN Optipro 4 da Nestlé. Só tive de fazer uns furos extra nas tetinas, pois a esta altura, com um ano e meio, já tem preferência pelo fluxo de uma cascata.

É o pequeno-almoço desde sempre e durante muito tempo os biberons  NAN Optipro 4 da Nestlé chegavam ao fim e seguia-se uma cena de gritos e gula: queria mais e tinha e a distrair imediatamente com alguma coisa. Agora está mais civilizada, já aceita que o leite chegue ao fim (embora seja uma desilusão) e segue-se um pedaço de pão, que também não demora muito a desaparecer.

#NANOptipro4  #Nestlé  #NestléBebéPT






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© A Maçã de Eva

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