8.10.19

Queques de banana saudáveis (sem açúcar)




Esta é uma de muitas receitas que virão por aí com a ajuda da Sirly e que nas redes sociais ganham a hashtag #sirlypower

Com a ida da Carminho para a escola, a Sirly estava preocupada com o que fazer o dia inteiro. Descansei-a, há sempre o que fazer numa casa. Tinha/tenho planos para retomar a publicação de receitas com a ajuda dela (com boa fotografia) e ainda ser minha assistente em part-time, até a cria chegar da escola. A Sirly adorou a ideia, ainda mal metemos a mão na massa, mas aqui está o primeiro exemplar!

Contentes com o regresso das receitas? Aqui vai esta, muito interessante.

• 2 bananas maduras 
• 2 ovos 
• 1 chávena de flocos de aveia finos (ou grossos e triturados)
• 1 mão cheia de nozes 
• 1 colher de chá de fermento 
• 1 colher de sopa de manteiga 
• 2 colheres de sopa de xarope de agave ou geleia de arroz 
• canela a gosto

Bater na Bimby todos os ingredientes até ficar uma massa típica de bolo. Untar e enfarinhar as formas de queques. Colocar a massa nas formas (nas minhas formas deu seis unidades) e levar ao forno a 180ºC durante cerca de 20 minutos (tempo varia conforme tamanho das formas e eficácia do forno). Deixar arrefecer, tirar das formas e já está! 

Depois é só usar a imaginação. Podemos colocar passas, frutos secos, cacau, pepitas de chocolate, etc. Quero ver as vossas criações!

A Carminho adorou, tirou da bancada e nem esperou por autorização.
Podem ver a foto da lambona aqui.




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8.9.19

Escapadinha ao Craveiral



CRAVEIRAL
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Foi tão bom!

Dito assim parece que fui de férias numa pequena escapadinha, mas na verdade fui gozar o espaço num formato de trabalho. É no Craveiral que vou fotografar a próxima colecção da ROS Lisbon de 2020 (arriscam a cruzar-se comigo por lá nos próximos tempos) e fui virar o espaço do avesso, em busca dos melhores cantos para fotografar. Mas aproveitei também para estar em família.

O Craveiral tem os pés no Alentejo e fica a um tirito do mar. É possível optar por campo ou praia e viver ali entre o bom gosto campestre e a simplicidade minimalista, num espaço que antigamente era um campo de cravos.

O projecto é português, basta entrar numa das casas e reconhecemos o que nos rodeia como "nosso", cá da terra. Os apontamentos de cortiça, o mobiliário do bom, cheio de traça portuguesa, o design português, as obras de arte de Bruno Castro Santos (fiquei a conhecer) que eu trazia para casa, todo o projecto do Craveiral pretende-se próximo, de ligação da terra às pessoas.

Os produtos são biológicos, há noites de pizzas biológicas (óptimas!) preparadas por miúdos da Associação VilacomVida, que dão trabalho pessoas com Síndrome de Down e de Asperger.

Existe em todo o espaço um sistema de bike sharing para deslocação dos hóspedes. As bicicletas não são de ninguém, são de quem as apanhar. Depois é chegar ao destino, encostar e alguém vai agarrar na bicicleta mais tarde.

Também existem preocupações ambientais e por isso as águas da chuva são recolhidas para rega.

Muito importante para algumas pessoas, o espaço é pet friendly, porque acreditam que "a família é mais feliz quando está toda junta". Portanto, podem levar os vossos bichos. Por lá andava a Charlie, uma cadela mansa, mansa, mansa, daquelas que presenciam um assalto e pergunta "querem levar mais alguma coisa que eu embrulho?" e o Pimenta, um gato preto, esguio, independente, com muita graça.

E eu gosto disto, de todo este espírito de não ser só um negócio, de ser um projecto do bem e construído com muita paixão.

O Craveiral tem nove hectares onde se encontram quatro núcleos num total de 38 casas. E são poucas casas propositadamente, o objectivo não é ter enchentes de pessoas, é poder ouvir-se o silêncio. As casas têm cozinhas, portanto, dá para cozinhar, existe supermercado a uns dez minutos de carro, é perfeito para quem tem filhos.

No Booking (aqui), o Craveiral está cotado com uma pontuação de 9,2 na categoria de "fantástico". E não é difícil perceber: a simpatia é daquelas que salta à vista e nos obriga a sorrir de volta, o pequeno-almoço é de babar: que maravilhosa selecção de queijos! E o bolo de amêndoa? E as panquecas com framboesas e mirtilos? E o pão alentejano? Nasci para comer.

As camas e os lençóis são de uma suavidade tal que quero ter daqueles lençóis em casa. A arquitectura das casas integra-se perfeitamente na paisagem do campo, a decoração é excelente, o campo que rodeia as casas pretende-se natural e meio selvagem (não há nada de palmeiras e flores que ao Alentejo não pertencem). As piscinas são grandes, não falta espaço, é tudo silencioso, calmo, com um pôr-do-sol laranja e um céu de tal forma estrelado à noite que se vê a via láctea.

Gostámos tanto que nem saímos para ir à praia. Recomendo! Sobretudo agora que o verão se instalou e está para durar, é perfeito para uma escapadinha com sabor a férias. Por lá encontrei uma leitora que demorou que tempos a acusar-se, mas eu topo-vos logo quando não tiram os olhos de cima de nós ou quando parecem envergonhadas por motivo nenhum, muahahah! 





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© A Maçã de Eva

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